quarta-feira, 20 de setembro de 2017

«Catalunya»

[De MpA] Ante la represión que está sufriendo en su camino hacia la libertad, el Movimiento Pro Amnistía y Contra la Represión quiere mostrar su solidaridad con el pueblo de Catalunya.

En este momento en el que Catalunya está mostrando su decisión absoluta de llevar a cabo el paso táctico del derecho de autodeterminación, está quedando al descubierto la verdadera cara del estado español, que no es otra que la del fascismo.

Crearon España por medio de la guerra y del derramamiento de sangre, y el Estado español sigue dispuesto a perpetuarse mediante la guerra y el derramamiento de sangre. En Euskal Herria conocemos bien los abusos cometidos en nombre de eso que llaman democracia, conocemos bien los asesinatos de estado, las torturas, las detenciones masivas, las ilegalizaciones y los encarcelamientos llevados a cabo en nombre del Estado de Derecho.

Esos que justificaban la represión en Euskal Herria bajo la excusa de la lucha armada, son los mismos que en Catalunya llevaron a cabo, bajo esa misma excusa, la razzia policial que en 1992 se saldó con graves casos de tortura. Ahora no hay lucha armada, pero las fuerzas de ocupación españolas están en marcha para robar al pueblo su derecho a votar, para registrar medios de comunicación, para suspender los derechos de expresión y reunión y para atemorizar a la gente. Al nacionalcatolicismo franquista se le han unido, en ese trabajo de blanqueo de la represión, los progres de salón que se han agenciado tramposamente la palabra socialismo, haciendo una clara exaltación del terrorismo.

En la medida en el que el nuestro es un movimiento a favor de la amnistía, debemos recordar que los presos y presas políticas vascas (así como las catalanas presas por luchar por Euskal Herria), los deportados y quienes siguen en el exilio, están sufriendo la represión por hacer frente a ese fascismo, y que la política criminal que el Estado español (y también el francés) lleva contra los pueblos oprimidos es la que le ha dado legitimidad a la lucha de los represaliados y las represaliadas políticas.

Para terminar, debemos destacar que la lucha de desobediencia que está llevando a cabo el pueblo de Catalunya contra la imposición y la ocupación tendrá un efecto directo sobre el futuro de Euskal Herria. En Euskal Herria hemos recibido históricamente la solidaridad activa de otros pueblos oprimidos, y ahora nos corresponde devolver todo lo que hemos recibido a los otros pueblos, y en este caso a Catalunya, sin olvidarnos en ningún momento de que también en Euskal Herria ha sido y será imprescindible, en el camino de la libertad, desobedecer la legalidad de los ocupantes.

VISCA CATALUNYA LLIURE! GORA EUSKAL HERRIA ASKATUTA!
Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

Milhares em Gasteiz reforçam luta das trabalhadoras dos lares na Bizkaia

Por iniciativa do sindicato ELA, milhares de mulheres vieram para as ruas Gasteiz, esta quarta-feira, para manifestar a sua solidariedade às trabalhadoras dos lares na Bizkaia. A mobilização contou com um grande apoio do movimento feminista.

Sob o lema «Zaintzaileak zainduz, bizitzak zaindu! Ni cuidadora natural ni trabajadora que explotar», estas mulheres quiseram deixar claro que não se trata apenas de um conflito laboral, mas também de um conflito feminista, social e político. / Ver: Ecuador Etxea

«Clamor anti-imperialista encheu as ruas de Caracas»

Milhares de pessoas reuniram-se junto à sede da Cantv, principal empresa de telecomunicações da Venezuela, localizada na Avenida Libertador, de onde partiram em manifestação com destino ao Palácio de Miraflores, em Caracas, para reafirmar o seu apoio ao governo bolivariano e a defesa da soberania nacional face aos ataques do imperialismo.
[…]
Tendo em conta as declarações proferidas pelo seu homólogo norte-americano, Donald Trump, durante a intervenção na Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque – que reafirmaram a linha intervencionista já conhecida no que respeita à Venezuela –, Nicolás Maduro disse que «o magnata (Donald Trump) se julga dono do mundo, mas que ninguém ameaça a Venezuela e ninguém é dono da Venezuela; apenas o povo soberano desta pátria histórica». (Abril)

«O caminho da fome»

[De Gustavo Noronha] A divulgação dos dados do Projeto de Lei Orçamentária Anual para 2018 confirma as piores previsões para os povos do campo e da floresta em decorrência da Emenda Constitucional n.º 95, que instituiu o teto dos gastos.
Se o ajuste liberal introduzido por Dilma e Levy em 2015 já comprometiam significativamente o orçamento das políticas públicas voltadas para o campo e a floresta, os números do fanatismo ultraliberal do atual governo mostram o trailer de um filme de terror. (odiario.info)

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Revolução de Outubro: «Declaração de 1918» [K17]

Declaração dos Direitos do Povo Trabalhador e Explorado
Herri Langile eta Esplotatuaren Eskubideen Adierazpena
Declaración de los Derechos del Pueblo Trabajador y Explotado

«Las constituciones de los estados son una de las evidencias más significativas del punto de equilibrio de la lucha de clases de una época y una sociedad concreta. En ese sentido, la Declaración de los Derechos del Pueblo Trabajador y Explotado, ratificada el 12 de enero de 1918 por el III Congreso de los Soviets de toda Rusia en cuanto expresión de la recién acontecida Revolución de Octubre tiene un valor excepcional, pues puede considerarse el núcleo de la primera Constitución del primer estado obrero en la historia de la humanidad. Ese valor aumenta más si cabe actualmente, ya que en tiempos de ambigüedad, en los que a la clase trabajadora se le da constantemente gato por liebre, "justicia social", "redistribución", "estado del bienestar" por Socialismo, permite discernir entre aquellos procesos netamente revolucionarios y de construcción real de poder obrero, de otros que simplemente no lo son. Por ello, la iniciativa K17, asume la publicación, periódica y artículo por artículo, de la declaración de 1918, debidamente ilustrada y traducida.»

ENTRADAS RECENTES: LÊ AQUI e AQUI
Autodeterminação dos povos // Participação no poder // Paz entre os povos // Armamento do povo trabalhador // Dever e obrigação de trabalhar // Propriedade estatal da banca // Controlo operário e propriedade estatal dos meios de produção e de transporte

27 anos depois, Mikel Castillo na memória

Fez ontem 27 anos que o navarro Mikel Castillo foi morto a tiro por um polícia espanhol, quando fugia, na Parte Velha de Iruñea. Ainda que de forma singela e muito silenciada nos meios de comunicação social, Castillo foi lembrado na capital navarra.

Mikel Castillo era militante da ETA e, a 18 de Setembro de 1990, foi surpreendido por polícias espanhóis quando preparava uma acção com outros militantes bascos. De acordo com testemunhas, o pamplonês foi morto a tiro pelas costas quando fugia, desarmado.

O agente que o matou não só não foi condenado, como foi condecorado pelo então delegado do Governo espanhol em Nafarroa, Jesús García Villoslada. [Herriak ez du barkatuko! O povo não perdoará!]

«Britânicos facturaram 6 mil milhões com venda de armas à Arábia Saudita»

O governo britânico de Theresa May tem-se mantido firme face às pressões crescentes para que ponha fim à exportação de armas, mesmo quando vieram a público provas de que a Arábia Saudita estava a cometer crimes de guerra e a matar civis no Iémen.

Na semana passada, enquanto decorria no Centro Excel, em Londres, a maior feira mundial de material bélico, o secretário de Estado do Comércio Externo britânico, Liam Fox, defendeu que o negócio de armas não viola o direito internacional e é «ético», porque evita a venda desregulada de armamento.
[…]
No mesmo evento, o secretário de Estado da Defesa, Michael Fallon, afirmou que, em 2016, o Reino Unido vendeu armamento no valor de 5,9 mil milhões de libras (6,7 mil milhões de euros), sendo que o país ocupa o segundo lugar no ranking dos exportadores de armas. (Abril)

«A lição do Chile»

[De Anabela Fino] O silenciamento deste 11 de Setembro não é fruto do acaso. É preciso fazer esquecer que as regras do jogo dito democrático só se aplicam quando o resultado serve os interesses dos que nos exploram e que a «democracia» ou serve o capital ou terá de se haver com ele. Com golpes fascistas, como no Chile, com «revoluções de veludo» por esse mundo fora, com golpes palacianos como no Brasil, com sabotagens de todo o tipo como na Venezuela, com invasões e guerras se necessário for. E ainda dizem que a História acabou! (avante.pt)

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

«Más de 300 días de huelga en las residencias de la tercera edad de Bizkaia»

[De Jone Bengoetxea] «Nunca me he sentido tan valiente» - una mujer trabajadora de las residencias de la tercera edad de Bizkaia pronunciaba esta frase hace unos meses. Una mujer que junto con otras cientos de mujeres lleva más de 300 días de huelga. Una lucha ardua, complicada y tenaz con no pocos obstáculos. Una patronal que no negocia y una Diputación Foral de Bizkaia que mira para otro lado como si no fuese con ellos la cosa y se tratara de una mera disputa laboral. Servicios públicos subcontratados en condiciones laborales más que precarias y un largo etcétera. (BorrokaGaraiaDa)

MpA denuncia acidente sofrido pela companheira do preso Asier García

A companheira do preso político basco Asier García Justo (Altza, Donostia) sofreu um acidente rodoviário no sábado à tarde, quando se dirigia para a cadeia de Badajoz. A familiar do preso ficou maltratada e a viatura em que seguia ficou destruída.

Lembrando que 16 familiares de presos políticos bascos morreram como consequência da política de dispersão, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) afirma que os familiares continuam sujeitos ao risco de morrer na estrada, como mostram os oito acidentes já ocorridos este ano.

Para o MpA, estes acidentes não resultam do acaso, mas «da chantagem cruel a que os estados espanhol e francês submetem os presos políticos» com a política de dispersão. Do mesmo modo que dizem aos presos doentes «arrepende-te ou morre», aos demais presos dizem-lhes «arrepende-te ou os teus familiares pagam com sangue».

O MpA acusa o PNV e o PSOE de serem «responsáveis directos pela dispersão», porque a conceberam, mas também o PP, que a mantém. No Estado francês, «a UMP e o PSF puseram-na em prática, e Emmanuel Macron continua a aplicá-la».

«Face à violência de Estado, Euskal Herria não tem outra alternativa que não seja prosseguir a luta e, no que respeita à questão de presos, deportados e foragidos, a luta pela amnistia», sublinha. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

«Guarda Civil apreende material relacionado com o referendo na Catalunha»

Cartazes, panfletos, folhetos a favor do «sim» e boletins de voto têm sido alvo das operações de busca efectuadas nos últimos dias em empresas de encadernação, tipografias, jornais – para evitar o referendo de 1 de Outubro e que a comunidade autónoma se torne um Estado independente.
[...]
Esta apreensão vem juntar-se à que foi efectuada ontem nas instalações de uma empresa de distribuição publicitária, em Montcada i Reixac, perto de Barcelona, de onde foram levados mais de 1,3 milhões de cartazes, panfletos e folhetos a favor do «sim», bem como boletins de voto e outro material relacionado com o referendo marcado para dia 1 de Outubro, anunciou o Ministério do Interior espanhol.
[...]
Nos últimos dias, a Guarda Civil entrou em várias tipografias e jornais na Catalunha, em busca de panfletos, urnas e boletins de voto para o referendo, a que o executivo de Rajoy se opõe de modo frontal. (Abril)

«Filha conta como Olga não se dobrou ao nazismo»

[Entrevista de Extra Classe a Anita Leocadia Prestes] Os Trophäen-dokumente, ou documentos-troféus, que registram em 28 mil dossiês as atividades da polícia secreta de Adolf Hitler, apreendidos por soldados soviéticos após a derrota da Alemanha nazista em 1945 e mantidos em sigilo até abril de 2015, reservam a Olga Benario Prestes a mais abrangente documentação sobre uma única vítima do fascismo. «A documentação revela que Olga se recusou peremptoriamente a fornecer qualquer informação sobre o movimento comunista à Gestapo», afirma a professora e historiadora Anita Leocadia Prestes, filha de Olga, autora do recém-lançado Olga Benário Prestes – Uma comunista nos arquivos da Gestapo (Ed. Boitempo).

«Se outros se tornaram traidores, eu jamais o serei», sentencia Olga em uma carta escrita na prisão e que nunca foi entregue ao marido. Até agora, havia muitas lacunas na história da jovem militante alemã de origem judaica, mulher do líder comunista brasileiro Luiz Carlos Prestes, que foi entregue ao Terceiro Reich pelo governo de Getúlio Vargas, em 23 de setembro de 1936, grávida, e executada em uma câmara de gás em 1942. A obra revela detalhes da perseguição do regime nazista à mãe da autora, uma «comunista inteligente e perigosa». O livro «é revelador da inaudita violência praticada pelas autoridades do III Reich contra milhões de homens, mulheres e crianças, a grande maioria sem nenhuma culpa formada», resume a autora nesta entrevista ao Extra Classe. / Ler: PCB

domingo, 17 de setembro de 2017

«Advogados receberam na quarta-feira uma carta que Kepa del Hoyo lhes mandou há 2 meses»

[De Etxerat (cas./eus.)] Los abogados de Kepa del Hoyo han comunicado que recibieron en su despacho el pasado miércoles, 13 de setiembre, por correo ordinario, una carta que les remitiera el preso Kepa del Hoyo el pasado 16 de julio (15 días antes de su fallecimiento) desde la prisión de Badajoz y que fue sellada en Mérida con fecha de 21 de julio.

Esta demora en la recepción de la carta demuestra, una vez más, las dificultades y las conculcaciones de derechos que sufren los presos políticos vascos para poder recibir la asistencia jurídica que requieren con sus abogados de confianza. / Ler: lahaine.org

«Blanquear al PNV, deporte autonómico vasco»

[De Borroka Garaia] Haciendo un breve repaso a la actualidad del PNV nos encontramos con su alianza con el PP en Madrid, su apuesta estratégica de no apoyo al referéndum en Catalunya con pseudo-argumentos copiados a los de Podemos, el control institucional de la CAV desde una perspectiva reaccionaria y de Nafarroa Garaia bloqueando cualquier tímido amago de centro-izquierda. Inmersos en una ofensiva represiva contra el movimiento okupa y los gaztetxes, y en una campaña propagandística junto al resto de la derecha y la patronal contra los sindicatos y por legitimar y asentar la pérdida de derechos de la clase trabajadora mientras se ocultan las consecuencias de la crisis del capital que es aprovechada por la burguesía autóctona para sacar beneficios. (BorrokaGaraiaDa)

«Exército Árabe Sírio preparado para atravessar o Eufrates»

Em declarações à Prensa Latina, um comandante do Exército Árabe Sírio (EAS), que pediu para manter o anonimato, disse que as tropas vão atravessar o rio, mesmo que isso implique confrontos com as chamadas Forças Democráticas Sírias (FDS), curdas na sua maioria e apoiadas pelos Estados Unidos.

Disse ainda que nem os acordos sobre a segurança aérea com a coligação internacional liderada por Washington, nem nenhuma «linha vermelha» irão travar a execução da decisão de operar na outra margem do rio Eufrates.
[...]
Numa entrevista à televisão libanesa Al-Manar, na passada sexta-feira, a conselheira de Bashar al-Assad para questões políticas e mediáticas, Bouthaina Shaaban, também deu a entender que as tropas sírias e seus aliados vão avançar em Deir ez-Zor, tendo como propósito libertar o país de «qualquer força agressora». (Abril)

Obrint Pas - «No tingues por»

[Não tenhas medo. Visca la terra!]

sábado, 16 de setembro de 2017

Nekane Txapartegi foi libertada

Depois de, em Fevereiro, o Supremo Tribunal espanhol ter reduzido a pena de seis anos e nove meses para três anos e meio de cadeia, ontem o tribunal de excepção espanhol – AN – declarou a condenação prescrita. Nekane Txapartegi, de Asteasu (Gipuzkoa), foi posta em liberdade.

Txapartegi, que afirmou ter sido torturada por vários militares da Guarda Civil quando foi presa, em 1999, foi condenada no âmbito do processo 18/98.

Acusada de «colaboração com a ETA», a guipuscoana fugiu, tendo acabado por ser detida em Zurique (Suíça) em Abril do ano passado, depois de o Estado espanhol ter solicitado aos suíços a sua extradição. As autoridades helvéticas acabaram por dar luz verde à extradição em Julho último, mas esta não se chegou a concretizar.

Para além de declarar prescrita a sentença contra Txapartegi, a Audiência Nacional espanhola também deixou sem efeito o pedido de extradição à Suíça, pelo que a guipuscoana foi libertada ontem à tarde em Zurique. / Fonte: agências

Grande manifestação em Bilbo de apoio ao referendo na Catalunha

Mais de 30 mil pessoas juntaram-se esta tarde nas ruas da capital biscainha para apoiar o referendo na Catalunha, defender o «direito a decidir» e denunciar a «atitude antidemocrática» do Estado espanhol.
A mobilização foi convocada pela plataforma Gure Esku Dago [está nas nossas mãos]. / Mais info: Berria

«A 35 años de Sabra y Chatila: 38 horas de horror, un crimen imposible de olvidar»

[De Ara Galán] En 1982 en las comunidades libanesas de Sabra y Chatila se cometió uno de los crímenes más ruin de todos los registrados en el siglo XX. En su momento ningún gobierno se pronunció o hizo algo efectivo al respecto. No se movilizaron cascos azules, ni hubo ruptura de relaciones diplomáticas con ningún país, tampoco se expulsó a embajador alguno. Es necesario recordar ese hecho, para exigir justicia, castigar a los responsables y en primer lugar, no hacer cómplice a nuestro silencio. (lahaine.org)

«Más de 25.000 personas salieron a las calles de Linares contra el paro y la falta de futuro»

La ciudad de Linares [Jaén, Andaluzia] se echa a la calle para secundar la plataforma ciudadana «Todos a una por Linares’ y que se desarrolla bajo el lema ‘Linares y su comarca no se rinden. Soluciones ya».
[...]
«Actualmente la tasa de paro ronda el 44,5 por ciento, la mayor de ciudades españolas de más de 50.000 habitantes», ha señalado Manuel Gámez. / Ver: insurgente.org

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Sustrai Erakuntza apresentou proposta de Comboio Público e Social para Nafarroa

A Fundação Sustrai Erakuntza apresentou esta semana, no espaço Civivox Condestable, em Iruñea, a sua proposta de um Comboio Público e Social para Nafarroa, uma proposta que visa aproveitar ao máximo e melhorar os recursos ferroviários existentes.

A Sustrai Erakuntza defende o transporte ferroviário como meio de transporte sustentável, popular e democrático, frente à proposta do TGV, que é um projecto anti-social, anti-ecológico e esbanjador de recursos.

A proposta explicada por Pablo LorenteMais info: lahaine.org

«Eladio Zilbeti, oroimenez» [cas.]

[De Eduardo Renobables] También cuenta la leyenda que fue uno de los culpables de que el club de fútbol de Iruñea sea el único importante de Euskalherria que tenga nombre euskaldun [Osasuna]. Eladio además, fue militante de EAE-ANV y los fascistas le fusilaron por ello.
[...]
Eladio Zilbeti se definía como abertzale, de izquierdas e independentista. Era un trabajador y euskaltzale, todo ello suma de sospechas para los defensores de la Navarra tierra eterna de España, obviando evidentemente al duque de Alba y a Iñigo de Loiola. Entre el 16/ 17 de enero del 37 después de ser puesto en libertad, se le paseó hasta Etxauri y se le fusiló en ese pueblo no muy lejano de la capital. Su delito: la confesión anteriormente enunciada.
[...]
Estaría bien que el alcalde Asirón recordara estos detalles y también que EAE-ANV ha sido ilegalizado además de por Franco, por la democracia dentro de la cual él es regidor. Que en las palabras que dirija durante la inauguración se tenga en cuenta estos nimios detalles. Eladio y todas esas otras personas formaban parte de un proyecto nacional y progresista y les acallaron para siempre. A ellos y a su proyecto. (BorrokaGaraiaDa)

«A dissertação de EVO sobre a verdade»

[De Carlos A. Villalba] «Só entre o ano de 1503 e 1660 chegaram a S. Lucas de Barrameda 185 mil kilos de ouro e 16 milhões de kilos de prata provenientes da América». Que «devem ser considerados como o primeiro de muitos outros empréstimos amigáveis da América, destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito não só a exigir a imediata devolução, mas a indemnização perdas e danos». (odiario.info)

The Wolfe Tones - «James Connolly»

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

300 pessoas protestaram contra projecto de demolição de Errekaleor

Cerca de 300 pessoas juntaram-se, ontem, na Praça da Virgem Branca, em Gasteiz para protestar contra o projecto de demolição do bairro autogerido pelos habitantes em Errekaleor.

Ontem, a sociedade municipal Ensanche 21, do Município de Gasteiz, aprovou a adjudicação do projecto de demolição das casas do bairro de Errekaleor. Por isso, a plataforma Errekaleok Bizirik, que apoia os habitantes do bairro, promoveu a realização de uma concentração na capital alavesa.

Um membro da plataforma, Jonbe Agirre, disse que, depois da decisão do município, «a melhor defesa do bairro é continuar a desenvolver o processo participativo» e as mobilizações. Agirre reconheceu não ter conhecimento do momento em que os despejos podem vir a ocorrer.

As modas do capital em Euskadi
Foi a 21 de Julho que a sociedade pública recebeu as propostas para ver quem ia demolir o popular bairro autogerido de Errekaleor. Ontem, soube-se que foi adjudicado à empresa Bimsurvey, por cerca de 34 mil euros mais IVA.

A empresa escolhida tem agora um mês para expor por escrito as directrizes da demolição. Depois, a Câmara Municipal abrirá um concurso para a execução da obra. Os prazos estarão relacionados com o processo judicial movido contra os habitantes do bairro que a Ensanche 21 quer despejar.

Para além da aprovação da demolição, o município decidiu pedir à Polícia Local que identifique os habitantes do bairro - ambas as coisas aprovadas com os votos a favor de PNV, PSOE e PP, e a oposição das demais forças. / Ver: eitb.eus

«MP espanhol quer que autarcas catalães retirem cartazes a favor do referendo»

Desde que o governo da Catalunha assinou a lei que possibilita a realização de um referendo sobre a autodeterminação do território, a 1 de Outubro, a Justiça espanhola instaurou processos a todos os seus membros e intimou a depor 712 autarcas, sob ameaça de prisão, caso não compareçam.
[...]
Neste processo, o terceiro em menos de uma semana contra políticos catalães a favor da independência, o MP solicita à Justiça que ordene a todos os autarcas catalães que retirem dos seus municípios todos os cartazes em que se apele à participação na consulta agendada para dia 1 de Outubro – que o Tribunal Constitucional espanhol anulou no passado dia 7 – ou a votar «sim».
[...]
O Ministério Público, que já deu instruções à Guarda Civil, à Polícia Nacional espanhola e aos Mossos d'Esquadra (Polícia catalã) para «apreenderem os meios ou instrumentos destinados a preparar ou a organizar o referendo ilegal» e confiscarem «urnas, boletins de voto, manuais para os membros das mesas, impressos eleitorais», também solicitou à Justiça que se pronuncie sobre esta medida.

Solicita ainda que aos 947 presidentes de municípios lhes seja vedada a possibilidade de facultar recursos materiais ou ceder espaços para a realização do referendo. Isto, depois de ontem o MP ter intimado a depor 712 autarcas sobre a cessão de instalações municipais para a realização do referendo. Serão detidos caso não compareçam de forma voluntária. (Abril)

Néstor Kohan: «Marx e a lógica dialéctica n'"O Capital"» [vídeo]

La epistemología de Marx y la lectura de Lenin sobre Hegel. La tradición dialéctica revolucionaria frente a la impugnación de las METAFÍSICAS «POST» (posmodernos, posestructuralistas, posmarxistas). Discusión sobre los ataques contra la dialéctica: de Eduard Bernstein a Louis Althusser y Galvano Della Volpe.

¿Es viable un marxismo sin dialéctica? ¿Es posible el socialismo sin revolución? ¿Tiene sentido una Teoría Crítica del mercado y la sociedad capitalista si se eluden los conflictos y las contradicciones antagónicas? ¿Se puede cambiar el mundo sin estrategia de poder?

«Marx y la lógica dialéctica en "El Capital"»Nos 150 anos de O Capital.

Víctor Jara - «Manifiesto»

«Yo no canto por cantar» [16/09/1973-2017]