quarta-feira, 18 de outubro de 2017

«Más de 100.000 detenidos y 25.000 torturados»

[De Borroka Garaia] Son datos que en ningún caso pretenden minimizar la represión en Catalunya que es de absoluta gravedad, sino que nos da una idea por si alguien lo ha olvidado de la brutal represión masiva, estado de excepción y persecución que se ha vivido y aún se sigue viviendo en Euskal Herria. Esta semana se cumplía un año desde que los jóvenes de Altsasu eran encarcelados y muchos siglos son lo que llevan conjuntamente cumplidos los cientos de presas y presos políticos vascos actualmente secuestrados. Algunos enfermos, a punto de morir tras estar siendo asesinados calculadamente como muchos más lo han hecho en muy diferentes circunstancias.

Imágenes de represión en las calles son el pan de cada día, sea esta semana en el desalojo de una acampada en Gasteiz o ayer mismo de un proyecto solidario en Getxo. Las multas a modo de impuesto reaccionario son incontables así como las imputaciones y juicios. Por supuesto, si vas al kiosko seguirás sin encontrar el egin o egunkaria, y en las elecciones fraude no estarán las papeletas prohibidas de lo que votabas. Es tal la brutalidad del estado español en Euskal Herria y tan extendida en el tiempo que posiblemente la mayor victoria del estado en estos momentos sería que lo olvidemos. (BorrokaGaraiaDa)

«Israelitas prenderam quase meia centena de palestinianos em 2 dias»

De acordo com a agência «Ma'an», pelo menos 46 palestinianos foram detidos por forças israelitas em operações levadas a cabo nas últimas duas madrugadas, em vários pontos da Margem Ocidental ocupada.

De terça para quarta, as forças policiais e militares israelitas prenderam pelo menos 32 palestinianos em vários pontos da Cisjordânia e em bairros de Jerusalém Oriental. Os dados, divulgados pela agência Wafa, foram revelados pela Sociedade de Prisioneiros Palestinianos (SPP).

As incursões nocturnas das forças militares israelitas em cidades, aldeias e campos de refugiados na Margem Ocidental ocupada, incluindo Jerusalém Oriental, são uma ocorrência quase diária.

De acordo com as Nações Unidas, entre 26 de Setembro e 9 de Outubro as forças israelitas levaram a cabo 121 operações de busca e captura na Margem Ocidental, tendo detido 205 palestinianos, nove dos quais crianças. (Abril)

«Prominent Syrian general Issam Zahreddine killed in Deir ez-Zor»

The prominent Syrian Arab Army (SAA) officer, Major General Issam Zahreddine, was killed today in Deir ez-Zor after his convoy struck a land mine planted by the Islamic State (ISIS).

According to a military source, General Zahreddine was conducting a special operation at Saqr Island in Deir ez-Zor, when his vehicle struck the land mine.

General Zahreddine was the commander of the elite 104th Airborne Brigade of the Republican Guard that heroically fought off the Islamic State (ISIS) for several years, while under siege and under supplied.

The General was born in rural Sweida village of Tarba and was 56 years old at the time of his death. (Al-Masdar News)

Glória ao herói! A luta continua!

Eina - «La revolució no es fa, s'organitza»

Tema do novo trabalho da banda catalã - Bolxevic - que celebra os 100 anos da Revolução de Outubro.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Boro, jornalista do La Haine, é julgado a 30 de Novembro

Ao cabo de quase três anos de espera, já há data marcada para o primeiro dos julgamentos que Boro LH, jornalista do La Haine e Kaos en la red, vai enfrentar, acusado de «enaltecimento do terrorismo» e incriminado na segunda fase da conhecida «operação aranha», contra usuários das redes sociais. O Ministério Público (MP) pede um ano e oito meses de prisão, 12 de inabilitação e dois de liberdade vigiada.

Boro foi preso na sua casa por agentes da Guarda Civil, a 6 de Novembro de 2014, e conduzido ao quartel da Avenida Galicia, em Iruñea. Não foi a sua primeira detenção: sete meses antes foi preso quando fazia a cobertura de uma mobilização contra a monarquia em Madrid (o MP pede seis anos de cadeia e 6200€ de multa). Dois meses depois foi detido novamente numa cobertura jornalística - de uma «acção okupa» em Iruñea, em que participaram cerca de 100 pessoas e em que os únicos detidos foram dois jornalistas e um menor. O caso acabaria por ser arquivado.

Foram três detenções em sete meses. Para o La Haine é claro que o julgamento no âmbito da «operação aranha» é fabricado à medida de Boro, de modo que, quando chegar o momento do julgamento relacionado com a mobilização de Madrid, já tenha antecedentes penais. Um julgamento ad hoc motivado apenas pelo seu trabalho jornalístico no La Haine e pelas diversas colaborações com outros meios de comunicação independentes.

A acusação, como em todos os casos de ataques policiais contra a liberdade de opinião, é uma interpretação interessada das diversas publicações de Boro na sua conta pessoal de Facebook. Para além disso, o jornalista já tinha sido criminalizado pelo diário ABC numa notícia repleta de mentiras e seguramente proveniente do gabinete de imprensa da Guarda Civil.

O caso de Boro insere-se numa longa lista de pessoas detidas por expressarem livremente a sua opinião nas redes sociais, e cuja última vítima foi, há um mês, um jovem de Iruñea, também colaborador do La Haine e do Ahotsa.info.

Para o La Haine, esta perseguição é motivada pelo trabalho jornalístico de Boro (as suas opiniões no Facebook são uma mera desculpa para o incriminar) mas constitui também um ataque contra o próprio La Haine, uma represália por andar há 17 anos a informar do lado dos movimentos sociais.

O julgamento de Boro tem lugar a 30 de Novembro, às 10h00, na Audiência Nacional espanhola, na sala presidida pelo juiz Felix Alfonso Guevara. / Ver: lahaine.org

Conferências em EH: Irlanda e situação dos presos republicanos

Por iniciativa do Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão, começa hoje em Gernika e prolonga-se até dia 20, em Bilbo, um conjunto de conferências sobre a Irlanda e a situação dos presos republicanos na actualidade.

Os debates, que contam com a participação do irlandês Diarmuid Breatnach, têm início hoje no espaço Astra, em Gernika (Bizkaia).

Amanhã, 18, o encontro é às 19h30 em Etxarri Aranatz (Nafarroa); na quinta-feira, 19, é em Donostia; na sexta-feira, 20, é no Ipar Haizea, em Bilbo (20h00); dia 24, é em Ibarra (Gipuzkoa). Ver: Sare Antifaxista e Norte de Irlanda

«Manipulações por interposta pessoa»

[De Alfredo Maia] A devoção «legalista» do «periódico global» depende, no entanto, da latitude e dos interesses em presença. Por exemplo, o pretenso referendo organizado em Julho pela oposição na Venezuela, manifestamente ilegal, mereceu amplíssimo apoio de El País e de outros meios de informação espanhóis e os grandes media em geral, tal como as manifestações violentas que causaram mais de 140 mortos eram sempre legítimas.

Legal e embevecidamente acarinhada pela imprensa de Madrid foi também, claro, a manifestação dos unionistas espanhóis realizadas no dia 8 – a «maioria silenciosa», como a crismaram, com uma ressonância ideológica que nos é muito familiar e que convoca a atenção para o franquismo e o fascismo que ressurgem despudoradamente à luz do dia, embora tolerado pelos media «constitucionalistas». (Abril)

«Península da Coreia: CPPC apela ao desarmamento e à defesa da paz»

É com grande preocupação que o CPPC observa a evolução da situação na Península da Coreia. Assim, considera urgente a busca de uma solução negociada para o conflito, que vise a reunificação pacífica da Coreia e garanta ao seu povo o direito à paz, à soberania e à independência.
[...]
Dificilmente se poderá «compreender os actuais desenvolvimentos na situação da Península da Coreia se não se tiver presente que os EUA promoveram e desencadearam uma guerra brutal na Coreia entre 1950 e 1953, que provocou milhões de mortos e uma imensa destruição, e que, concluído um armistício em 1953, passaram 64 anos sem que tenham dado passos para assinar um acordo de paz», frisa o CPPC.

Lembra ainda, entre outros elementos, que os EUA dividiram a Península em duas partes, que têm promovido contra a RPDC uma política de «isolamento, sanções, ameaças e planos de ataque militar», e que consideram a Ásia-Pacífico como uma região prioritária, tendo vindo a incrementar ali a sua presença militar. (Abril)

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Zaragata com pikolos em Altsasu foi há um ano: perseguição e solidariedade não param

Na madrugada de 15 de Outubro de 2016, ocorreu uma zaragata num bar da localidade navarra de Altsasu entre vários jovens e dois guardas civis. Numa terra normalmente acossada pela Polícia espanhola e a Guarda Civil e que denuncia esse facto, o circo mediático montado em torno da zaragata foi tal que os jovens acabaram acusados de terrorismo. Três deles continuam na cadeia, em prisão preventiva.

Uma semana depois, mais de 2000 pessoas vieram para as ruas de Altsasu, em protesto contra a presença asfixiante da Guarda Civil na localidade navarra e a abordagem mediática aos acontecimentos do fim-de-semana anterior.

A marcha, convocada pelos habitantes da localidade do vale de Sakana, partiu e terminou na Praça dos Foros, sob o lema «Muntai polizialik ez. Utzi pakean Altsasu» [não às montagens policiais. Deixem Altsasu em paz]. O acosso da Guarda Civil e o tratamento mediático dado a um confronto num bar foram elementos em destaque no comunicado lido na praça no final da mobilização.

A marcha decorreu sem incidentes, pese embora a tensão gerada pela presença no local dos protegidos da extrema-direita espanhola. No entanto, o povo de Altsasu estava avisado para a possibilidade de provocações e não caiu no engodo.

Mesmo a terminar a mobilização, ouviu-se «Gora Altsasu eta gora Altsasuko gazteria!» [viva Altsasu e viva a sua juventude de Altsasu], seguido de um sonoro «Gora!» e uma grande salva de palmas. / Ver: aseh

Protesto em Altsasu contra circo mediático, político e policial Esta foi a primeira de muitas mobilizações que, ao longo deste ano, tiveram lugar dentro e fora de Euskal Herria para denunciar a manipulação mediática e apoiar os jovens altsasuarras. / Mais vídeos aqui / Fotos: @ekinklik / Mais info: ahotsa.info

GORA ALTSASU ETA GORA ALTSASUKO GAZTERIA!

«Espanha é uma estaca»

[De António Santos] Conta o rei Juan Carlos que, dias antes de morrer, Franco o mandou chamar e lhe disse: «majestade, peço-lhe apenas que preserve a unidade de Espanha». Eis os dois nós que aguentavam todas as cordas da promessa de que deixava «tudo atado e bem atado». Desde a guerra de 36, as cordas da unidade de Espanha e da monarquia seguram o fascismo e o capitalismo.

Não surpreende portanto que, quando democratas e fascistas se sentaram a mesa para negociar como seria a «transição», a unidade de Espanha e a monarquia tenham ficado constitucionalmente blindadas contra a democracia. A Constituição de 1978 não admite nenhum caminho democrático para a auto-determinação nem para a república.
[...]
Por todas estas razões, o que está a acontecer na Catalunha não se resume à independência. A crise catalã é indissociável, em primeiro lugar, da crise económica do sistema capitalista que fez estalar divisões entre alguns sectores da pequena e média burguesia catalã e a grande burguesia espanhola. Quem acredita que é a grande burguesia catalã a mexer as cordas do independentismo não percebeu nada da consulta falhada de Artur Mas, não reparou que seis dos sete maiores grupos económicos catalães retiraram as sedes da Catalunha ou, pura e simplesmente, não sabe o que é a grande burguesia. Nada disto quer dizer que o independentismo catalão seja comandando pela classe trabalhadora, socialista ou sequer de «esquerda». Oferece-lhes, contudo, condições únicas para explorar a fractura na burguesia. (manifesto74)

«Vitória expressiva para o chavismo nas eleições regionais»

Ao divulgar os resultados preliminares das eleições dos 23 governadores dos estados da Venezuela, a presidente do Poder Eleitoral, Tibisay Lucena, destacou «o ambiente de paz, tranquilidade e civismo» que presidiu à realização do acto eleitoral, informam a Prensa Latina e a AVN.

Afirmou que a participação foi de 61,14%, ou seja, mais de 10 milhões dos eleitores inscritos votaram, o que, sublinhou Lucena, é um número elevado para umas eleições regionais.

De acordo com os resultados anunciados pelo Poder Eleitoral, o GPP obteve 54% dos votos e a governação em 17 dos 23 estados (75%). Destaca-se a conquista, pelos chavistas, dos estados do Amazonas e, sobretudo, de Miranda e Lara, que, governados por Henrique Capriles e Henri Falcón, respectivamente, eram tidos como bastiões da oposição de direita.

Diosdado Cabello, do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), principal força política do GPP, afirmou na Venezolana de Televisión que «o povo fez pagar à direita a factura da violência» – Lara e Miranda são precisamente dois dos estados que mais sofreram as consequências da agenda violenta implementada pela chamada Mesa da Unidade Democrática (MUD) entre Abril e Julho deste ano. (Abril)

«Síria exige retirada imediata e incondicional das tropas turcas»

Em comunicado, divulgado pela agência Sana, as autoridades sírias condenaram este sábado, de forma veemente, a entrada de unidades do Exército turco na província de Idlib, no Noroeste do país, classificando a «incursão» turca como uma «violação flagrante da soberania e da integridade territorial» do país, bem como «uma violação flagrante do Direito internacional».

Neste sentido, a República Árabe da Síria exige «a retirada imediata e incondicional das tropas turcas» do seu território.

No documento, as autoridades sírias acusam as tropas turcas de entrarem no na província de Idlib «acompanhadas pelos terroristas da Jabhat al-Nusra», facto a que, em seu entender, devia ser dada mais atenção por parte comunidade internacional. (Abril)

domingo, 15 de outubro de 2017

Lasa e Zabala, há 34 anos

A 15 de Outubro de 1983, foram sequestrados em Baiona (Lapurdi, EH) os refugiados tolosarras Joxean Lasa e Joxi Zabala, na primeira acção dos GAL. (Euskal Memoria)
Foram torturados, assassinados e enterrados em cal viva. Os seus restos mortais só foram identificados em 1995.

«Manifestación por la Okupación, la Autogestión y la Resistencia»

Cientos de personas se han movilizado en Bilbao la tarde de este sábado 14 de octubre convocadas por la Red de Gazte Asanbladas de Bilbao (GAS) con el lema de «Seguiremos defendiendo nuestras casas» para reivindicar la autogestión, la okupación y la resistencia.

En estos últimos años el PNV tanto el ayuntamiento de Bilbao han tomado una dinámica de destrucción de los espacios autogestionados. Prueba de ello son los desalojos de Izarbeltz Ateneoa en Irala y Etxarri Gaztetxea en Rekalde. Por otra parte, han dejado claro sus siguientes puntos amenazados: por un lado el Gazte Lokala de Deusto y por otro, Karmela en Santutxu. / Ver: Ecuador Etxea

«O imperialismo existe»

[De Bruno Carvalho / texto de 5/10/2014] Os discursos de Thomas Sankara eram verdadeiras lições de dignidade. À antiga colónia Alto Volta, o jovem capitão decidiu propor que se chamasse Burkina Faso, terra de homens íntegros. As transformações operadas naquele país foram tão profundas que o imperialismo não teve outra opção. Numa sessão da Organização da Unidade Africana, posteriormente União Africana, deixou em cima da mesa a proposta de suspender o pagamento da dívida e apelou a que todos o seguissem. Se ele fosse o único presidente a fazê-lo, a probabilidade de não estar vivo na seguinte sessão seria elevada.

Thomas Sankara surgiu-me há dias na minha nuvem mental quando recordei um discurso que fez nos anos 80 em Ouagadougou. «Há gente que me pergunta o que é o imperialismo», contava à assistência, «olha simplesmente para o prato que comes. O milho e o arroz importado, isso é o imperialismo. Não há que ir mais longe. Aquele que te alimenta impõe a sua vontade sobre ti». (manifesto74)


Discurso de Thomas Sankara

«Desigualdade: mulheres trabalham de borla até ao fim do ano»

Em comunicado emitido esta semana, a Intersindical destaca a grande diferença existente, em Portugal, no ganho médio mensal entre homens e mulheres: 21,8%, um valor que, traduzido em dias, «significa 79 dias de trabalho das mulheres, num ano, sem remuneração».

Tendo por base os últimos dados oficiais divulgados (em Outubro de 2016, pelo Gabinete de Estratégia e Planeamento, do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social), a Inter pode afirmar que 13 de Outubro é o último dia do ano com igualdade nos ganhos médios mensais entre homens e mulheres; a partir daí, as mulheres trabalham de borla. (Abril)

sábado, 14 de outubro de 2017

«Contra la UE luchábamos mejor y lucharemos mejor»

[De Borroka Garaia] Prepararse contra la UE, allanar el camino para la salida de la UE es algo que no solo es simplemente necesario para dar paso a otra Europa (que no otra UE, no puede haber otro capitalismo), sino que también es munición que ayudará de cara a la independencia. Un pueblo sin dependencia psicológica a la UE no tendrá miedo al chantaje de la UE cuando intenta o intente afincar la dependencia hacia estados opresores. Estar contra la UE en Euskal Herria es prepararse seriamente para la independencia y para abrir las puertas al socialismo.

La semana pasada la organización internacionalista Askapena cumplió 30 años que se dice pronto. Después de muchos años, ha sido la primera organización de toda la izquierda abertzale en mucho tiempo que habla claro en relación a la UE poniéndose como objetivo su desaparición de Euskal Herria y la apuesta por otra Europa, una socialista, internacionalista y feminista, y no otra UE reformada (BorrokaGaraiaDa)

«Isto é tudo uma grande média»

[De Ricardo M Santos] Esta dinâmica capitalista dá a ilusão de que não há classes, mas apenas uma classe. Uma enorme classe média que varia de indivíduo para indivíduo consoante a sua percepção da realidade. Talvez por isso, alguns que se afirmam marxistas consigam conceber que há um paralelo entre capitalismo e marxismo e que é possível, humanizando o primeiro, chegar ao segundo. Só que, lá está, a ausência de uma percepção individual de classe não é a ausência de classes.
[…]
a classe média, ou aquilo a que os media chamam classe média, é, nem mais nem menos, composta por pessoas que não têm noção da sua condição de classe, acreditam que a sua condição de proletário, que nada tem para além da sua força de trabalho, é um estado temporário até ao dia em que o sistema lhe proporcionará a riqueza que o faz desejar, todos os dias, a riqueza dos 1%, que são os mesmos que controlam o sistema. E assim se fecha o círculo. (manifesto74)

Jorge Zabalza: «Se ha perdido el discurso que revelaba las contradicciones antagónicas de la sociedad y que te obligaba a ser revolucionario»

[Entrevista de Carlos Aznárez] Jorge «Tambero» Zabalza está bastante más delgado de lo que siempre fue. Es «normal», ya que ha sobrevivido a una importante operación que lo puso al borde de la muerte y esta le ha pasado factura. Sin embargo, Zabalza no es hombre de rendirse nunca. No lo hizo en los tiempos en que andaba armado junto a sus compañeros tupamaros, menos lo va a hacer ahora que tiene claro que sus sueños revolucionarios aún no encontraron un puerto para atracar. Crítico acérrimo del actual Frente Amplio («le arrebató las banderas a la derecha») y de la deriva claudicante en que cayeron varios de su propia tribu, Zabalza sigue creyendo en la Revolución, en las ideas impostergables de Artigas y Raúl Sendic (padre), y orienta desde su experiencia a quienes puedan leerlo desde otra generación.

Estas son las respuestas del Tambero, obtenidas en Montevideo en una tarde relativamente fresca de la primavera rioplatense, en un octavo piso del barrio La Aguada, desde donde podía verse el puerto montevideano. (Resumen Latinoamericano)

«As tarefas imediatas do poder soviético» [Escuela de Cuadros]

À medida que se aproxima o centenário da Revolução de Outubro, o programa de formação marxista «Escuela de Cuadros» tem vindo a sugerir a divulgação de diversas obras de V. I. Lénine, no caso As Tarefas Imediatas do Poder Soviético (1918), que foi analisada na edição 159, com a ajuda do professor cubano Rubén Zardoya.


Las tareas inmediatas del poder soviético (Lenin)O programa «Escuela de Cuadros» é transmitido todas as semanas na Alba TV (segundas-feiras, às 20h30) e na ViVe Televisión (sábados e domingos, 22h00). Os programas podem ser vistos também em www.youtube.com/escuelacuadros e @escuela_cuadros.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Ibon Iparragirreren osasun egoera hil ala bizikoa dela esan dute

[O preso político ondarrutarra Ibon Iparragirre, doente com Sida, está à beira da morte] Preso ondarrutarrari egin dizkioten azken analisietan Iparragirrek 20 defentsa baino ez dituela jakin ahal izan dute; «hilzorian» dagoela esan dute. «Espetxeko forenseak ezin du ziurtatu bi hilabeteko bizitza gelditzen zaionik», esan dute senideek. Presoak beste pneumonia bat harrapatuz gero hil egingo dela esan du forenseak.

Egoera horren harira, domekan [urriak 15] elkarretaratze informatiboa egingo dute Ondarroan, 13:00etan Alamedan. Presoaren osasun egoeraren berri emateaz batera, egin beharreko mobilizazioen zirroborroa aurkeztuko dute.

Iparra Galdu Baik plataformak ondokoa esan du: «Egia da, lapurretak, irainak eta jipoiak jasan izan dituenean ere erabili izan dugula ‘muturreko’ hitza bere egoera azaltzeko. Oraingo honetan, bere osasun egoera da azken mugara ailegatzen ari dena, eta ez gabiltza txantxetan. Ez badugu zerbait egiten, eta bizkor, Ibon bertan geldituko zaigu». / Irakurri gehiago: lea-artibaietamutriku.hitza.eus

«ANC e CUP pedem a Puigdemont que proclame a república catalã»

Na missiva enviada esta manhã a Carles Puigdemont, a Candidatura de Unidade Popular (CUP) considera que não existe esperança de «mediação internacional», depois de a comunidade internacional ter tolerado os enormes contingentes policiais e militares enviados para o território autonómico e as graves acusações judiciais contra independentistas, para além de se ter mantido impassível perante as cargas policiais e militares que tentaram impedir milhares de pessoas de votar no referendo de dia 1 de Outubro, provocando cerca de 900 feridos.

Para a CUP, responder ao requerimento de qualquer outro modo significaria «apoiar todas e cada uma das suas ameaças, o seu desprezo e a sua repressão», bem como «regressar à legalidade constitucional espanhola» com a qual a maioria dos catalães decidiu romper. (Abril)

Leitura: «Perigos» (odiario.info)
[De Jorge Cadima] As mesmas potências imperialistas que fragmentaram e destroem Estados, da Jugoslávia até à Líbia, manifestam preocupação face à actual crise catalã e apoiam a acção repressiva e violenta do governo de Madrid. Semearam ventos e agora colhem tempestades. É mais um elemento de uma muito perigosa situação internacional, todos os dias atiçada pela irresponsável clique no poder nos EUA.

«Porto Rico: Segunda invasão gringa?»

[De Berta Joubert-Ceci] Porto Rico é há mais de um século uma colónia dos EUA. A dominação económica tem vindo a acentuar-se, nomeadamente com a lei aprovada durante a administração Obama que impôs a Porto Rico o pagamento de uma dívida pública ilegítima de $74 mil milhões.
Agora, a pretexto de «ajudar» face à destruição provocada pelo furacão Maria, aumenta igualmente a presença militar. (odiario.info)

«Pyongyang reconoce a Crimea como parte de la Federación de Rusia»

«La República Popular Democrática de Corea (RPDC) respeta los resultados del referéndum celebrado en Crimea sobre la adhesión de la península a la Federación de Rusia, considera sus resultados legítimos y en conformidad plena con las normas jurídicas internacionales», indica la embajada norcoreana en dicha red social.

De esta manera, Pyongyang ha desvelado su posición en relación con Crimea ante la Organización de las Naciones Unidas (ONU). Crimea se incorporó en 2014 a la Federación de Rusia.

La península en cuestión se escindió de Ucrania y se reincorporó a Rusia tras celebrar en marzo de 2014 un referéndum en el que la aplastante mayoría de votantes, más del 96 por ciento, avaló esa opción. (diario-octubre.com)

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Em Bilbo, exigiu-se que as forças de ocupação abandonem Euskal Herria

Durante a manifestação desta tarde, ouviram-se também palavras de ordem a favor da independência, do socialismo e da amnistia. A mobilização foi convocada pelo Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão no âmbito do Dia da Hispanidade, que os espanholistas hoje celebram.

Excerto do comunicado: Sin embargo, no tenemos que retrotraernos 80 años para ver la acción represiva del franquismo y de sus Fuerzas Armadas opresoras. Es suficiente observar la historia reciente de Euskal Herria para comprobar los asesinatos, las torturas, las violaciones, los secuestros y un largo etcétera, llevados a cabo por la Guardia Civil y la Policía Española (y también los cipayos), y darnos cuenta de que siguen imponiéndonos la españolidad por medio de una violencia salvaje.

El proceso independentista que actualmente desarrolla Catalunya ha vuelto a dejar al descubierto la cara más oscura del españolismo. Ha dejado al descubierto que el fascismo sigue vivo y dominante y que amolda su nivel de represión a cada situación. El autoritarismo de un estado no se mide por los métodos coercitivos que usa en el momento, sino por los que está dispuesto a usar.

A pesar de que el pueblo catalán, en su camino para lograr la libertad nacional, tan solo ha utilizado herramientas pacíficas y de que su reivindicación principal ha sido la del derecho a realizar un referéndum, el Estado español prohibió votar y apaleo al pueblo de Catalunya.

El Estado español ha suspendido algunas de las pocas competencias que tiene Catalunya, ha llenado las calles de hombres y mujeres con armas, ha abierto paso al artículo 155 de la Constitución española y ha fomentado los ataques fascistas. No han convencido mediante la razón pero quieren vencer mediante la fuerza al pueblo de Catalunya. / Ver: amnistiAskatasuna

«Sobre la pérdida del carácter político. Sobre el arrepentimiento»

[De Jon Iurrebaso Atutxa] Y es mentira que las salidas individuales de los PPV ayuden al proceso independentista. Asumir la ley del enemigo para de ahí partir hacia la independencia, es sencillamente una entelequia. Lo mismo que, al final, es el Estado el único poseedor de la violencia, queramos o no, lo mismo que no se mira de reojo a la ley de partidos, si no que se practica la misma escrupulosamente.

Si nuestros enemigos ponen como condición para que seamos normales españoles o vasco-españoles el sometimiento, el arrepentimiento y la asunción de su ley ¿cómo es que ese arrepentimiento de lo que somos, de lo que hemos luchado podrá ser algo positivo para construir una Euskal Herria Socialista? (lahaine.org)

Nines Maestro: «O elemento determinante do processo catalão é a irrupção do povo organizado»

Prosseguindo com a série de entrevistas que o Canarias-semanal tem vindo a dedicar à análise do processo político na Catalunha, bem como à crise do regime espanhol que este desencadeou, falamos nesta ocasião com a dirigente da Red Roja Ángeles Maestro.

Alguns tópicos da entrevista:
- «Na Catalunha não há uma revolução social, mas uma importante revolução política»
- «A repressão contra os catalães deixou a nu o Regime de 78, com Pedro Sánchez a apoiar o Governo de forma cobarde»
- «A única unidade possível é a dos povos livres, querer impor a unidade pela força é ridículo»
- «CC.OO e UGT voltaram a demonstrar na Catalunha que fazem parte do Regime da Transição»
- «O papel de Podemos e IU para com a Catalunha foi vergonhoso»
- «O Regime da Transição é o que gera o confronto entre os povos»

Entrevista a Ángeles Maestro sobre a Catalunha [cas.]Via: lahaine.org

«Venezuela celebra Dia da Resistência Indígena»

Antes da Revolução Bolivariana, neste dia assinalava-se a chegada de Cristóvão Colombo ao continente americano – ou seja, o início da colonização espanhola destas terras e o extermínio da sua população indígena.

Vingava a noção de «descobrimento» ou «descoberta», e 12 de Outubro chegou a ser celebrado como «Dia da Raça». Contudo, na Venezuela revolucionária, um decreto do presidente Hugo Chávez, datado de 10 de Outubro de 2002, instaurou o Dia da Resistência Indígena. Desde então, a 12 de Outubro assinala-se a gesta heróica dos povos aborígenes da América e o reconhecimento da luta pela sua dignidade, diversidade cultural e humana.
[…]
Por seu lado, o chefe de Estado boliviano, que em múltiplas ocasiões instou os governantes mundiais a empreender acções colectivas para defender o direito dos povos indígenas ao desenvolvimento, mantendo a sua cultura e costumes, denunciou o facto de «actualmente ainda se esconderem os crimes do imperialismo contra os povos indígenas». (Abril)