quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

«Petachitos»

[De Alizia Stürtze (texto publicado no diário EGIN, em 1997)] La gran mayoría de nuestros intelectuales y demás representantes que se proclaman de izquierda han tirado a la basura todo su bagaje analítico marxista anterior y se han apuntado a ese lenguaje posmodernista superficial y liberal que no es sino un batiburrillo de «derechos» (humanitarios, de la mujer, de las minorías, de libertad sexual, de los pueblos o de los gorilas de montaña, que todo se coloca a parecido nivel), un aggiornamento de ese humanismo cristiano reflejado en sindicatos, misiones y demás instituciones cristianas de la primera mitad del siglo, empeñados en poner petachitos pero nunca en ir a la raíz de las cosas.
[…]
Yo desde luego no tengo ningún complejo de «dinosaurio» por seguir analizando la historia en términos marxistas y por reclamar a nuestros intelectuales y políticos «de izquierda» una interpretación marxista de la coyuntura social como único modo previo de buscar nuevas vías no sólo en el camino de la liberación futura sino para hacer frente solidariamente hoy a la frustrante situación del trabajo y a la peligrosa marcha emprendida por el imperialismo (el agresivo imperialismo alemán, por ejemplo, desde nuestra situación europea). Ni pienso cejar en el empeño de pedir a los jóvenes y a los trabajadores que exijan ser formados y equipados con herramientas marxistas que les permitan conocer e investigar la realidad (por dura que sea) como único modo de poder avanzar críticamente hacia un futuro más justo y mejor y, desde luego, de convertirnos en protagonistas de nuestro propio devenir. (BorrokaGaraiaDa)

«Trump e os cúmplices»

[De José Goulão] O reconhecimento ilegal da «unificação» de Jerusalém pelo presidente dos Estados Unidos da América é uma consequência lógica, e previsível, do desprezo internacional com que são encarados os direitos dos palestinianos – uma constante vergonhosa da história dos últimos 70 anos.
[…]
Não tardará que Washington e o fascismo sionista revelem o empenhamento noutras tarefas guerreiras e desestabilizadoras do Médio Oriente, agora que não conseguiram extrair da agressão à Síria todos os proveitos que pretendiam. Quiçá desviando a mira para o Irão, o eterno sonho de Benjamin Netanyahu. Solidariamente activos com eles veremos então os parceiros de sempre, engolidas as discórdias passageiras, e não mais que verbais, sobre Jerusalém.

Em boa verdade, o passo dado por Trump não foi tão ousado e isolado como possa parecer aos incautos. Uma corte de cúmplices, inebriados com aventuras guerreiras, insensíveis ao desprezo que vitima os palestinianos e, através deles, a dignidade humana, ajudou a erguer o sangrento edifício de arbitrariedade e selvajaria internacional à medida de foras-de-lei como Trump e Netanyahu. (Abril)

«A ALBA marca uma etapa de "dignidade para a América Latina"»

As palavras são do presidente da Bolívia, Evo Morales, na saudação aos países-membros da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América, que hoje cumpre 13 anos. O XVI Conselho Político deste organismo, fundado por Fidel Castro e Hugo Chávez, reúne-se esta quinta-feira em Havana.
[...]
Numa mensagem dirigida aos países-membros da ALBA-TCP no dia em que este organismo cumpre 13 anos de existência, o presidente boliviano, Evo Morales, qualificou a Aliança como um «mecanismo de dignidade para o continente».

Na sua conta de Twitter, Evo Morales sublinhou que a ALBA – que em 2009 se passou a designar ALBA-TCP – constituiu um marco na libertação da Área de Livre Comércio das Américas (ALCA), criada pelos Estados Unidos da América, e deu início a uma «etapa de dignidade para a América Latina».

Salientou ainda o papel fundamental de Hugo Chávez e Fidel Castro, «líderes históricos que nos guiaram na luta contra o imperialismo», para a criação da ALBA, «uma aliança política, económica e social [criada] em defesa da independência e da autodeterminação dos nossos povos», disse. (Abril)

«A mais mortífera campanha de bombardeamento da história»

[De Ted Nace] No momento em que o mundo observa com preocupação o crescimento de tensões e a retórica belicosa entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte, um dos aspectos mais notáveis da situação é a ausência de qualquer reconhecimento público da razão subjacente para os temores norte-coreanos – ou, como foi chamado pela embaixadora nas Nações Unidas, Nikki Haley, o «estado de paranóia» – nomeadamente a horrenda campanha de bombardeamento incendiário efectuada pela US Air Force durante a Guerra da Coreia e a mortandade sem precedentes que dela resultou.

Os fatos totais nunca serão conhecidos, mas a evidência disponível aponta para a conclusão de que o bombardeamento incendiário de cidades e aldeias da Coreia do Norte provocaram mais mortes civis do que qualquer outra campanha de bombardeamento da história.

O historiador Bruce Cumings descreve a campanha de bombardeamento como «provavelmente um dos piores episódios de desenfreada violência americana contra outro povo, mas certamente poucos americanos sabem disso». (PCB)

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

«Errepresioaren aurrean antolatu gaitezen! / ¡Organicémonos ante la represión!»

[De Leioako 6ak] Y la represión no cesa, desde que nos detuvieran, hemos conocido otros muchos casos, el otro detenido en Leioa, Altsasu, el 11 de marzo en Iruñea, las imputadas de Herrira, el 1 de octubre en Catalunya, Kepa del Hoyo y Belen Gonzalez… No parece que el estado tenga intención de cesar con la represión. Y podría decirse que estos pensamientos tienen base real, pues la represión es un instrumento esencial de los estados, que define su propia esencia. El estado utiliza la represión para asegurar el sistema actual, para asegurar la hegemonía política de los sectores en el poder. Si alguien pone en cuestión el statu-quo tendrá como vuelta la represión.
[...]
Así que, cara a construir mecanismos para protegernos de la represión, vemos imprescindible que desde todos los rincones de Euskal Herria se empiece/continúe reflexionando sobre la represión. Para que desde todos los rincones de Euskal Herria tengamos la capacidad de responder unitariamente. (BorrokaGaraiaDa)

Conferência sobre a Revolução de Outubro em Munitibar

Por iniciativa do município biscainho de Munitibar e da K17, comissão surgida no País Basco para promover as comemorações do centenário da Revolução Socialista de Outubro, realiza-se na próxima sexta-feira, 15, uma sessão dedicada aos «100 anos da Revolução Soviética».

No salão municipal de Munitibar, Gabirel Ezkurdia, politólogo e especialista em questões internacionais, vai dar uma conferência sobre o tema intitulada «1917-2017. 100 anos da Revolução Soviética. Actualidade e legado na nossa sociedade».

A sessão realiza-se na próxima sexta-feira, dia 15, e tem início previsto para as 19h30. / Ver: k17.eus e lea-artibai hitza

«Cuba continua a investir e a liderar na Educação»

Pese embora as limitações decorrentes do bloqueio económico, financeiro e comercial imposto pelos Estados Unidos, a Ilha cumpre grande parte das metas propostas no ponto 2 (referente à Educação) dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, estabelecidos pelas Nações Unidas, salienta a agência Prensa Latina.

De acordo com diversos relatórios da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco, na sigla em inglês), Cuba é o país da América Latina com o maior índice de desenvolvimento na Educação e o único que cumpre os objectivos globais do programa Educação para Todos (EPT), estabelecido por este organismo no ano 2000.
[...]
A Educação surge na Constituição cubana como um direito inalienável de todos os cidadãos, constituindo uma das prioridades do Estado.

O ensino universitário, os programas de prevenção da delinquência, a educação sexual responsável, a formação de valores e a questão do género assumem um lugar de destaque no programa de ensino cubano.

A Prensa Latina salienta ainda a importância dada à educação especial, de forma «a potenciar o desenvolvimento integral de pessoas com necessidades específicas», bem como o papel que assumem as escolas de arte, educação física e desporto: «encarados como um direito do povo (…), estes centros estimulam a formação de profissionais e instrutores nas respectivas áreas, e contribuem para potenciar o futuro das artes e do desporto em Cuba». (Abril)

KOP - «Antinazis»

Da Catalunha, KOP.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Grande adesão à greve no Ensino público não universitário da CAB

Dando sequência às mobilizações e greves realizadas no ano lectivo anterior e no actual, milhares de trabalhadores do ensino público da Comunidade Autónoma Basca (CAB) aderiram à greve e às mobilizações de hoje, «para reivindicar o fim das políticas de cortes, a melhoria das condições de trabalho e uma Educação pública que tenha como meta o desenvolvimento integral das pessoas e da sociedade», informam os sindicatos numa nota.

De acordo com Steilas, LAB e ELA, a grande adesão às greves e mobilizações realizadas entre Setembro e Novembro (entre os 65% e os 90%) voltou a confirmar-se esta terça-feira, com uma adesão global de 75% (90% nas haurreskolak (creches), 85% na educação especial, 80% nas limpezas e cozinha, e acima dos 75% entre os docentes).

Milhares participaram nas manifestações convocadas para as três capitais: Bilbo, Donostia e Gasteiz. Entre outras coisas, exigiram maior investimento na Educação e contratação de mais docentes; a diminuição do actual nível de precariedade e a redução do número de alunos por sala; a recuperação do poder de compra dos trabalhadores e a melhoria das suas condições laborais.

Reivindicam ainda o fomento de um modelo de imersão linguística, de modo a criar estudantes euskalduns plurilingues, bem como a retirada da LOMCE das salas de aula bascas e o fim das políticas de mercantilização.

Os sindicatos acusam o Governo de Gasteiz de, até agora, não ter dado resposta a estas reivindicações, nem ter mostrado vontade de negociar. Afirmam ainda que a proposta de orçamento divulgada com pompa e circunstância não contempla nenhuma medida que dê saída ao actual cenário. / Ver: ela.eus

«A fraude eleitoral nas Honduras é clara, acusa a oposição»

[Enquanto alguns meios propagam a intoxicação do costume sobre a Venezuela...] Para o candidato da oposição, que afirma que ganhou as eleições de 26 de Novembro e que lhe estão a roubar essa vitória, «a única solução para a actual crise política que o país vive passa por dar ao povo o presidente que escolheu».
[...]
Na sua edição de ontem, o periódico hondurenho El Libertador dava conta da «grande violência do Exército sobre a população que protesta nas ruas em permanência contra a fraude eleitoral» e referia a existência de «pelo menos 20 mortos durante a crise eleitoral», de acordo com os dados divulgados pelo Comité de Familiares de Detidos e Desaparecidos nas Honduras (Cofadeh) e outras organizações de defesa dos direitos civis.

As mesmas fontes indicam que, desde 27 de Novembro, foram presas mais de cem pessoas, sobretudo pela Polícia Militar e o Exército, e registaram mais de 500 violações graves dos direitos humanos. (Abril)

«Em Alepo Oriental "não havia activistas dos direitos humanos, oposição ou ONG"»

[Publicada a 13 de Dezembro de 2016, quando os mercenários da imprensa nem queriam acreditar. Engulam bem...] Em resultado da grande ofensiva das últimas três semanas, o Exército sírio e seus aliados têm sob controlo mais de 99% do território de Alepo Oriental que estava em poder dos terroristas desde 2012, tendo libertado cerca de 100 mil residentes.

Numa conferência de imprensa realizada esta terça-feira, o major-general Igor Konashenkov, do Ministério da Defesa russo, afirmou que «em Alepo Oriental não foi encontrada nenhuma "oposição", "conselhos locais" ou ONG (organizações não governamentais) defensoras dos "valores ocidentais", tão apreciadas por Londres e outras capitais, como os "capacetes brancos", "associações de médicos" ou "defensores dos direitos humanos"», informa a agência Sputnik.

Konashenkov acrescentou que, de acordo com os testemunhos dos residentes libertados, «havia apenas a fome e o terror total, como castigo dos militantes por quaisquer tentativas de expressão de descontentamento ou de abandono do enclave».

Os sapadores russos «não encontraram um único hospital ou escola que tivessem sido usados para os respectivos fins nas áreas controladas pelos militantes», disse, precisando que foram antes utilizados como tribunais islâmicos, depósitos de munições e fábricas de mísseis artesanais. (Abril)

«Crítica à social-democracia» [Escuela de Cuadros]

Na edição 193 do programa de formação marxista Escuela de Cuadros, o professor Rubén Zardoya orienta a discussão sobre o texto de Lénine A Revolução Proletária e o Renegado Kautsky (1918).

Neste ensaio, o dirigente bolchevique critica Kautsky e a sua tendência para romper com o que considera a essência do marxismo.

«Crítica a la socialdemocracia» [Escuela de Cuadros]O programa Escuela de Cuadros é transmitido todas as semanas na Alba TV (segundas-feiras, às 20h30) e na ViVe Televisión (sábados e domingos, 22h00). Os programas podem ser vistos também em www.youtube.com/escuelacuadros.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Tribunal de Bergara investigará violação de menina de 14 anos e outros crimes franquistas

O Tribunal de Bergara (Gipuzkoa, EH) investigará os crimes do franquismo denunciados pela Câmara Municipal de Elgeta (Gipuzkoa). Trata-se de uma decisão histórica, que rompe com o padrão até agora ocorrido nos tribunais do Estado espanhol, onde este tipo de queixas era sistematicamente rejeitado.

Mais info: «Un juzgado de Gipuzkoa investigará la violación de una niña de 14 años y otros crímenes franquistas» (Movimiento Político de Resistencia)

Su Ta Gar - «Gau iluna amaitu da»

Ao vivo em Durango (Bizkaia), em 2009. Gaurko borroka biharko garaipena! Gora EH askatatuta!

«Bashar al-Assad agradeceu à Rússia o apoio na luta contra o terrorismo»

Os dois chefes de Estado estiveram hoje reunidos no âmbito da curta visita que Vladimir Putin efectuou à base aérea russa de Khmeimim, na província síria de Latakia, antes de seguir viagem para o Cairo.

Depois de afirmar que os soldados russos e sírios lutaram lado a lado e deram as suas vidas juntos nos combates contra os terroristas, Al-Assad sublinhou que «o sangue derramado no solo da Síria é mais forte que o terrorismo e os seus mercenários», informa a HispanTV.

«Em nome do povo sírio, expresso a minha profunda gratidão pelo papel que as Forças Armadas da Rússia desempenharam na luta contra o terrorismo no território sírio. A cooperação russa trouxe vitórias que beneficiaram não apenas a Síria, mas todos os países vizinhos», salientou. (Abril)

A FPLP nasceu há 50 anos

A Frente Popular para a Libertação da Palestina nasceu a 11 de Dezembro de 1967, para que a Palestina seja livre do rio até ao mar.

«PFLP announces cancellation of its anniversary rally and its transformation into a march of anger»
The Front invited the Palestinian masses in all of their national and popular sectors to participate in these actions and noted that it considers December 11 to be a day of confrontation of the Zionist forces. It also emphasizes that the Palestinian people are entering a new stage of struggle to establish a national strategy in which all Palestinian movements are united to serve the objectives of our people through resistance and confrontation of the occupation in all locations.

The PFLP also emphasized that its march of anger and revolution will raise its voice against U.S. imperialism, Zionist colonialism and Arab reactionary collusion. It demanded the Palestinian Authority end its continued reliance on negotiations and end security coordination with the occupier.

It called on the Arab and Islamic nations and peoples and all supporters of justice in the world to take to the streets and squares to reject Trump’s declaration and to confront all forms of attack against the Palestinian and Arab people.

For its part, the Abu Ali Mustafa Brigades emphasized that it is open to targeting U.S. interests, especially on Palestinian land, in response to this action. «We confirm that the U.S. imperialist enemy is not welcome on Palestinian land,» said a spokesperson for AAMB. (pflp.ps)

domingo, 10 de dezembro de 2017

Em Durango, reivindicou-se a amnistia, sem submissões

Por iniciativa do Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão da Bizkaia, realizou-se ontem, em Durango (Bizkaia), uma manifestação a favor da amnistia, sob o lema «Gaurko borroka biharko garaipena» [A luta de hoje é a vitória de amanhã]. Foi dada especial ênfase à necessidade de encarar o conflito abordando as suas causas e alertou-se para os custos daquilo a que alguns chamam «processo de paz» no País Basco.

Excerto do comunicado lido na ocasião:
«Argala ya advirtió del riesgo de que la amnistía fuera usada por nuestros enemigos para desactivar la lucha de liberación del pueblo vasco, y planteó la posibilidad de que tras aplicarla, ese Estado español que había estado asesinando a quienes la demandaban dijera aquello de: “ya tenéis la amnistía, ¿qué más queréis? Habéis conseguido todo lo que queríais”. Centrarse en resolver las consecuencias del conflicto desligándolo de las causas que lo originan es la mejor forma de perpetuar el actual estado de las cosas y, por lo tanto, la opresión que sufrimos como pueblo y como clase.

Hoy ni siquiera hablamos de amnistía, sino de flexibilizar las duras condiciones de las cárceles a cambio de nuestra sumisión, y buen ejemplo de la utilización política que se le quiere dar a esto son las declaraciones del pasado sábado de Jean-René Etchegaray, alcalde de Baiona, llamando a participar en la manifestación de hoy en París: “Pediremos al Gobierno que acerque a los presos y libere a los enfermos, no para olvidar, sino para que sean considerados como presos comunes”.

Garai zail hauetan, bake prozesua deitzen diogu borroka ez egiteari eta normalizazioa etsaiaren terminologia geurea egiteari. Estatuei biolentziaren erabilpenaren monopolioa onartzearekin batera askatasun grina sentitzen duten etorkizuneko belaunaldien kateak astuntzen ari gara. Gure urratsekin Euskal Herria zapalduta mantentzen dutenen legediari zilegitasuna ematen diogun bakoitzean gaurko eta batez ere biharko preso politikoen kartzelero bihurtzen ari gara. Hori ez da gure seme-alabei utzi nahi diegun legatua. Orain arte ezin izan diegu askatasun egoera bat utzi, behintzat ez diezaiegun borroka egiteko eskubidea lapurtu.» / LER comunicado na íntegra aqui

Em Paris, reclamou-se a paz e mais direitos para os presos bascos

Sob o lema «Bakea Euskal Herrian: Orain presoak» [Paz no País Basco: agora os presos], cerca de 11 mil pessoas (na sua maioria provenientes de Euskal Herria) manifestaram-se este sábado na capital francesa.

A mobilização contou com uma ampla representação da Etxerat (associação de familiares e amigos dos presos bascos). Também estiveram presentes representantes dos sindicatos ELA e LAB, e das forças partidárias PNV, EH Bildu (bascas) e PS (francesa).

De acordo com a eitb, ao logo da manifestação viram-se ikurriñas, cartazes a reivindicar a amnistia e o regresso dos presos «a casa». Os familiares dos presos levaram uma faixa gigante em que se lia «Etxean nahi ditugu» (Queremo-los em casa).

Os promotores desta mobilização em Paris quiseram «ajudar a concretizar a paz, exigindo o fim "das medidas de excepção" para os presos», afirma a mesma fonte. Ao Governo francês, reclamaram várias medidas, nomeadamente a transferência dos presos para cadeias próximas do País Basco, a libertação dos presos doentes e a possibilidade de liberdade condicional para aqueles que cumpram as condições segundo o regime comum. / Ver: eitb.eus

«Provocações»

[De Jorge Cadima] As revelações de provocações passadas legitimam a descrença generalizada nas teses oficiais sobre acontecimentos históricos mal explicados, entre os quais os assassinatos dos Kennedy, M.L. King, ou o 11 de Setembro. Ajudam a compreender o passado, o presente, o futuro e a natureza do monstro imperialista, que se alimenta da guerra, da mentira e da provocação. (avante.pt)

PFLP - «Under the Red Banner»

Canção da resistência palestiniana, da Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP).

sábado, 9 de dezembro de 2017

«Escobas y belladona»

[De Borroka Garaia] El bien y el mal son dos conceptos que han existido siempre durante toda la historia de la humanidad y en cualquier cultura. Fueron las religiones que aún hoy son actuales (las que lograron hegemonizar y asimilar a las religiones anteriores que ahora son tildadas de mitologías) las que sirviéndose de ello incluso personificaron tales conceptos. De esta manera por ejemplo la religión cristiana se inventó a Dios y al Diablo con la intención de que rija un código moral determinado que sirva a los intereses políticos de quien ostente la capacidad de determinar tales valores. Es decir, un sistema judicial y de control basado en la falsa inspiración divina determinado por la construcción de un enemigo, en este caso el Diablo. Y una vez determinado tal enemigo, basta con extrapolar una relación con el Diablo para ser merecedor de castigo.

Si algo ha habido en la historia de Euskal Herria, eso son juicios, algunos muy conocidos internacionalmente, como el juicio de Burgos contra la resistencia vasca en los 70, la caza de brujas de 1609 en Lapurdi o el famoso juicio al año siguiente en Logroño de la inquisición española contra el supuesto akelarre de Zugarramurdi. (BorrokaGaraiaDa)

«Represión fascista: cuando los jueces reconvierten los derechos en delitos»

[De Juan Manuel Olarieta] En un Estado fascista lo más típico es que los derechos se reconviertan en delitos. Por eso España nunca ha reconocido la existencia de presos políticos, ni detenidos políticos, ni juicios políticos. El franquismo tampoco lo reconoció. En esto el régimen del 78 es igual al régimen del 39.

Vivimos en un país tradicionalmente lleno de delincuentes comunes, de huelguistas, de terroristas, de manifestantes, de raperos, de soberanistas, de humoristas...

La reconversión de los derechos en delitos requiere de una auténtica ingeniería jurídica que, aquí y ahora, es doble y concierne a todos los tribunales de este país, marcados por el mismo sesgo político, o sea, el fascista (no me cansaré de remarcarlo). (Movimiento Político de Resistencia)

«Na barriga da miséria extrema»

[De José Martins] Um importante estudo sobre as desigualdades, a pobreza e a evolução da situação económica brasileira. «Se em 2013 ainda se podia falar de “um Produto Interno Bruto (PIB) muito grande e uma pobreza maior ainda”, agora tem que se actualizar também a primeira perna da equação.
Coloque no lugar “um PIB insignificante que insiste em ficar estagnado e uma pobreza muito maior do que antes”». (odiario.info)

«O Sionismo revigorado sob o Governo Trump»

[Nota Política do Comitê Central do Partido Comunista Brasileiro] Deve-se compreender que tal medida é uma aposta na política beligerante no Oriente Médio, alimentando mais conflitos que só interessam à indústria bélica dos EUA e de Israel por um lado e as justificativas de intervenções políticas e militares, por outro, assim como ocorreu recentemente na Síria e no Iraque.
[…]
Solidarizamo-nos com a causa palestina e seu heroico povo em sua saga pela emancipação política contra o jugo do Estado sionista de Israel, evidenciando que a descabida provocação anunciada pelo Governo de Donald Trump apenas aprofundará os conflitos na região e ampliará o apartheid social e a espoliação política sobre milhões de palestinos. (PCB)

Mais info: «Al menos cuatro muertos y cientos de heridos deja represión israelí en Palestina» (lahaine.org)

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Berri Txarrak - «Betiko leloaren betiko leloa»

A banda é de Lekunberri (Nafarroa). O tema é do álbum Ikasten (1999). [Letra / tradução]

«A roda do povo»

[De Bruno Carvalho] Para este mundo agreste, os transmontanos descobriram, à sua escala e com as devidas diferenças, o que a tanta gente custa entender. Se todas as praças e avenidas deste país fossem rodas do povo jamais governariam os que nos abrem feridas.

Quem nos afundou as pescas, quem nos enterrou os campos, quem nos desmantelou as fábricas, quem nos encheu as aldeias de silêncios de cemitério fê-lo porque um rico faz-se sobre as sombras divididas de muitos pobres.

Talvez devamos aprender mais com os que sujam as mãos de terra e menos com os que enchem os bolsos de dinheiro. A união dos que trabalham é o que ilumina um dos maiores valores universais da humanidade: a justiça social. (Abril)

«General Strike on December 14th in Greece: Workers to give a powerful response to SYRIZA government»

[De PAME] Last week in Greece, the working class witnessed a series of incidents that showed a strong escalation of state oppression and employers' intimidations against workers
[...]
Intimidation in the workplace with threats, blackmails, repression and arrests, the planned attack against the right to go on strike and trade union action, as well as the public prosecution of the anti-auction mobilizations, are key aspects of the doctrine of «law and order» and are an indispensable ingredient to the so-called «fair development» that the government is promoting to support the business groups with money and privileges. (In defense of communism)

PFLP: «Our struggle – not Trump – will decide the fate of Jerusalem»

The Popular Front for the Liberation of Palestine described the declaration of US President Donald Trump as a declaration of war against the Palestinian people and their rights that makes the U.S. position clear as a hostile entity toward our people and a partner of the Zionist state in its crimes against the Palestinian people and land, and it must be addressed on this basis.

Further, the Front considered that Trump also launched a «bullet of mercy» on the so-called two-state solution, the settlement project and the delusions of the peace process. It called upon the Palestinian leadership to learn the necessary lessons from the devastating experience of reliance on negotiations and U.S. domination and announce the immediate withdrawal from the Oslo agreement and all subsequent and attendant obligations.

The PFLP called on the Palestinian masses and their organizations to unite their efforts and respond collectively, practically and forcefully to this decision through action and escalation of the momentum of the popular movement.

The battle for Jerusalem is one for all of Palestine. For us, Jerusalem is Haifa, Safad, Yafa, Gaza, Ramallah and every village and city in Palestine. (pflp.ps)