quinta-feira, 17 de agosto de 2017

ELA: Governo de Gasteiz aumenta «desigualdade social» e «pobreza laboral»

«Não é aceitável que o Governo de Lakua se refugie, tal como Rajoy em Espanha, no discurso de que a economia "vai bem", dando a entender que tudo se resolve com o crescimento económico». Numa nota, o sindicato ELA afirma que «o crescimento económico actual assenta no aumento grave das desigualdades sociais e no alastramento da miséria laboral, sobretudo nas novas contratações».

Na nota, o ELA aborda questões como o agravamento da injustiça na distribuição da riqueza; na ausência de negociação colectiva e na perda de poder de compra por parte dos funcionários públicos em entidades pelas quais o Governo de Gasteiz é responsável; nos subcontratados com salários de miséria e em situação precária, devido ao facto de o Governo de Gasteiz adjudicar obras e serviços a empresas com base nos baixos preços.

O ELA afirma ainda que «a necessidade de aumentar os salários», de que o Governo de Gasteiz fala recentemente, choca com a continuidade da sua política de ajustes e de deterioração das condições de trabalho, que promove.

A cumplicidade existente é com o patronato. Governo de Urkullu e Confebask vão continuar juntos a aplicar políticas anti-sociais, denuncia o sindicato. / Ler nota na íntegra: ela.eus

Rafa Díez foi libertado

O ex-secretário-geral do LAB foi libertado esta manhã, depois de ter passado mais de seis anos na cadeia. Muitas pessoas juntaram-se para o receber junto à prisão de El Dueso (Cantábria, Espanha), pese embora a Delegação do Governo espanhol ter proibido qualquer concentração no local. O sindicalista é o último dos condenados no âmbito do «caso Bateragune» a ser libertado.

Apesar da proibição, muita gente, sobretudo bascos e militantes do LAB, juntou-se em Santoña, nas imediações da prisão de El Dueso, para receber Rafa Díez Usabiaga. O ex-secretário-geral do LAB saudou uns e outros, por entre bandeiras do sindicato e a favor dos presos, e partiu em direcção a Euskal Herria.

Chegado ao País Basco, o sindicalista teve o primeiro acto de boas-vindas em Muskiz (Bizkaia), no bairro de Pobeña. Dirigindo-se aos presentes, louvou a actual estratégia – de «mudança» e em prol da soberania – seguida pela esquerda abertzale oficial, em que se enquadra. Para as 19h30 estava agendado um novo acto de boas-vindas na sua terra, Lasarte-Oria (Gipuzkoa).

«Condenado por fazer política»
Rafa Díez Usabiaga foi preso pela Polícia espanhola a 13 de Outubro de 2009, no âmbito de uma operação decretada pelo juiz mágico Baltasar, em que foram presas mais nove pessoas, em Donostia e Iruñea.

O processo, que ficou conhecido como «caso Bateragune», relacionava-se com a chamada «mudança estratégica» da esquerda abertzale. Cinco dos detidos viriam a ser condenados a pesadas penas pelo tribunal de excepção espanhol, incluindo o sindicalista do LAB, que foi condenado a dez anos de cadeia.

Em 2012, o Supremo Tribunal, confirmando as sentenças da AN espanhola, reduziu a pena de Rafa Díez para seis anos e meio de prisão. / Mais info: Berria e LAB

«The 16 Year War in Afghanistan: Headlines Tell the Story»

[De Ralph Lander] Since 2001 the US has been at War in Afghanistan – the longest war in US history. Headlines concisely tell the story of this cruel boomeranging quagmire of human violence and misery. Below are some newspaper headlines from 2010 to the present to show that a militarized foreign policy without Congress’s constitutional duties and steadfast public engagement will drift on, costing our soldiers’ lives and limbs, nearly three-quarters of a trillion taxpayer dollars, hundreds of thousands of Afghani lives and millions of refugees, with no end in sight. (counterpunch.org)

«O 100º aniversário da Grande Revolução Socialista de Outubro»

[De KKE] O centenário da Grande Revolução Socialista de Outubro deve ser encarado também como uma oportunidade para o aprofundamento da reflexão e do debate entre comunistas. Independentemente de se subscrever ou não a totalidade de opiniões e conclusões nele expressas, esta declaração do KKE é certamente um valioso contributo nesse sentido. Dada a extensão do documento, na versão que publicamos foram omitidos os aspectos em que o CC do KKE se refere especificamente à acção no seu próprio país. (odiario.info)

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Reivindicação da amnistia presente nas festas de Amurrio e Portu Zaharra

A reivindicação da amnistia esteve bem presente nas festas de Amurrio (Araba) e do Algortako Portu Zaharra [Porto Velho de Algorta, Getxo, Bizkaia]. O Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) divulgou uma série de fotografias e dois vídeos que atestam esse facto.
Portu Zaharra: fotos e vídeo de uma acção
Amurrio: fotos e vídeo de uma intervenção num concerto de Su Ta Gar

Boas-vindas ao ex-preso Mikel Arretxe
Mikel Arretxe preso ohi donostiarrari ongi etorria [Argia] Preso em Abril de 2013, o preso político donostiarra foi libertado na segunda-feira de manhã. Ao final da tarde, foi recebido de forma calorosa na Parte Velha de Donostia. Na semana anterior à detenção, Arretxe e outros jovens bascos tinham visto confirmadas, pelo Supremo espanhol, as penas de prisão a que foram condenados por pertencerem à organização juvenil, independentista, de esquerda Segi, com base em depoimentos arrancados sob tortura.

«¿Cómo sería una intervención militar norteamericana en Venezuela?»

[De Marco Teruggi] La conclusión del resultado es que la derecha no tiene correlación de fuerzas -ni parece en condición de construirla- dentro de Venezuela para sacar al gobierno por la fuerza. Peor aún: lo que anunciaban como una victoria segura en cualquier escenario electoral tampoco lo es. Resulta difícil saber quiénes ganarán las elecciones a gobernadores que tendrán lugar en octubre. Los cantos de triunfo que ya anunciaba la derecha no son tales. La derrota tiene efecto dominó.
[…]
Para prever la hipótesis de la intervención militar resulta necesario quitarse la imagen de un desembarco de soldados mascando chicle, con el escudo norteamericano en la frente. No regalarán la evidencia de la acción: así ha sido planteada esta guerra en cada uno de sus frentes. Parece más certero buscar en formas subterráneas, acciones desencadenantes como escusas, ataques desde otras fronteras con Venezuela, con otras identidades. Ahí entra por ejemplo la conexión con el intento de desarrollo de un brazo armado que podría tomar nombre, dirigencia pública, y desplegarse con poder de fuego en algunas zonas. La táctica iría en función del desarrollo de esa estructura, su capacidad o no de avanzar y construir poder. Por ahora es incipiente. (lahaine.org)

«Centenário da Revolução de Outubro em destaque na Cinemateca»

Anunciada no passado dia 3, a programação da Cinemateca Portuguesa relativa ao período Setembro-Dezembro de 2017 irá dar grande destaque ao centenário da Revolução de Outubro, sobretudo por via do ciclo «1917 no Ecrã».

Organizado pela Cinemateca Portuguesa, o ciclo pretende abordar os diversos modos como o cinema retratou a Revolução Bolchevique e a guerra civil que se lhe seguiu, tanto na União Soviética como noutros países, refere-se no portal da Cinemateca.

«A revolução de 1917 foi um dos momentos mais marcantes do século XX, se não o acontecimento mais importante que marcou o século XX. O cinema que resultou ou aconteceu no período pós-revolução foi a grande vanguarda soviética dos anos 20», disse o director da instituição.

Apontou O Couraçado Potemkine (1925), de Sergei Eisenstein, como um exemplo disso, um filme que «incendiou a imaginação de cineastas em todo o mundo e marcou o que veio a acontecer a seguir», afirmou. Do mesmo realizador, será exibido também Outubro (1927). Em Setembro o ciclo conta com 17 sessões, estando agendadas mais 22 para Outubro e Novembro. A estas, juntam-se cinco sessões da rubrica «Histórias do Cinema». / Ver: Abril

«História e Consciência de Classe» [Escuela de Cuadros]

Na edição n.º 103 do programa de formação marxista «Escuela de Cuadros», analisa-se o texto de György Lukács, História e Consciência de Classe, com ênfase na secção «Consciência de classe».
«Historia y conciencia de clase» (Lukács)O programa «Escuela de Cuadros» é transmitido todas as semanas na Alba TV (segundas-feiras, às 20h30) e na ViVe Televisión (sábados e domingos, 22h00). Os programas podem ser vistos também em www.youtube.com/escuelacuadros e @escuela_cuadros.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

O donostiarra Mikel Arretxe foi libertado

Mikel Arretxe passou mais de quatro anos na cadeia de Soria (Espanha). Foi preso em Abril de 2013, na capital guipuscoana, tendo sido acusado de pertencer à Segi, organização juvenil basca consequente, independentista e de esquerda. Foi libertado ontem.

«Mais de 300 ertzainas de cara tapada levaram à força seis jovens independentistas dos braços de centenas de pessoas», disse Mikel Arretxe sobre o que se passou na madrugada de 19 de Abril de 2013. Desde então, o donostiarra esteve encarcerado na cadeia de Soria, até ontem de manhã.

Arretxe foi preso pela Ertzaintza com mais cinco pessoas: Oier Lorente, Aitor Olaizola, Egoi Alberdi, Adur Fernandez e Ekaitz Ezkerra – uma semana antes tinha sido preso Ekaitz Ibero.

A Ertzaintza chegou pelas seis da manhã ao Boulevard donostiarra e, meia hora depois, começou a desfazer, com grande violência, o chamado «muro popular» que apoiava os jovens e dificultava as suas detenções.

Duas horas volvidas, foram presos os jovens que, na semana anterior, haviam sido acusados de pertencer à Segi e visto as suas penas de prisão confirmadas pelo Supremo, com base em depoimentos forjados sob tortura. Seis dos jovens condenados estavam no coração do Aske Gunea – o «Espaço Livre» de Donostia que lhes deu voz, denunciou a sua situação e os apoiou. / Ver: Berria

«Somos los mismos que cuando empezamos»

[De Gorka Uriz, militante da Herritar Batasuna (Unidade Popular)] Cuando hablamos de temas tan serios, es muy fácil encenderse y tomar actitudes que hacen imposible el debate, el alcanzar acuerdos o lugares comunes. Sobre todo, cuando llevamos una historia como la nuestra, generaciones y generaciones de vascos que han conocido la cárcel la tortura, el exilio o la muerte ligadas a la política. Y la verdad, seamos claros, en las dos estrategias seguramente haya habido actitudes honestas y otras que dejan mucho que desear.

En cualquier caso, con los acontecimientos de estos últimos años, algunos nos llegamos a sentir huérfanos políticamente hablando. El movimiento que siempre habíamos apoyado había tomado un camino que, creemos que no nos lleva al tan ansiado objetivo: Independencia, socialismo, feminismo.

Puede que nos equivoquemos o puede que tengamos toda la razón, eso sólo el tiempo lo dirá. Pero algunos hemos apostado por nuevas estructuras que recuperen los mismos parámetros ideológicos que siempre tuvo este movimiento, a la vez que queremos hacer, no una fotocopia en blanco y negro de estructuras de tiempos pasados, sino, partiendo de toda nuestra historia y experiencia, crear una nueva estructura de carácter revolucionario y horizontal. Paso a paso, pero siempre caminando hacia la independencia, el socialismo y el feminismo. En ese camino esperamos encontrarnos con todos los que compartimos ese mismo objetivo. (lahaine.org)

«Como não dar uma notícia: os parajornalistas espanhóis e a Venezuela»

[De Ángeles Díez] Este artigo analisa o comportamento de boa parte dos jornalistas espanhóis em relação à Venezuela. Mas o que descreve aplicar-se-ia sem dificuldade a Portugal. Pode dizer-se que grandes meios de comunicação social deixaram de pretender noticiar e muito menos de informar. São peças de uma engrenagem de manipulação global. Olhá-los criticamente e denunciar o papel que assumem é hoje uma frente central de combate. (odiario.info) [em castelhano: lahaine.org]

Etsaiak – «Edonon galduta»

Tema sobejamente conhecido da banda de Lekeitio (Bizkaia), incluído no álbum Bakearen Guda (1997).

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

«Los seis somos todos y todas»

[De Iñaki Gil de San Vicente] (Algunos comentarios sobre la importancia de la lucha campesina) El libro Desde nuestro rincón de lucha (Creación colectiva. Asunción. Paraguay 2017) recoge la experiencia de seis compañeros paraguayos, trabajadores de la tierra, condenados a 35 años de cárcel acusados por un falso testigo. Agustín Acosta, Arístides Vera, Basiliano Cardozo, Gustavo Lezcano; Roque Rodríguez, y Simeón Bordón, que así se llaman los compañeros condenados por ser seres humanos, explican su situación y exponen sus ideas sobre la injusticia y la libertad en una larga serie de cartas y entrevistas que van desde Mayo de 2007 hasta enero de 2017.

Estos compañeros luchan contra la injusticia estructural que azota a su país, donde casi el 40% de la población está empobrecida según estadísticas oficiales, en donde la clase campesina que supone el 35% de la población es explotada por una muy reducida burguesía latifundista formada por el 5% propietarios, unas 12.000 familias, pero posee el 90% de la tierra mientras que el restante 10% se reparte entre 280.000 familias. No hace falta decir que esa reducidísima minoría latifundista se siente protegida no sólo por el ejército del país sino por las tropas norteamericanas afincadas en su territorio. En base a esta fuerza represiva globalizada, o sea, a la posesión del Estado y a la ayuda del imperialismo, en los últimos 12 años la burguesía paraguaya ha reducido en un 51% la tierra dedicada a la agricultura campesina y a ampliando un 130% la dedicada a la soja transgénica controlada por las multinacionales. (BorrokaGaraiaDa)

«Um nazi bom é um nazi morto»

[De António Santos] Apesar de, nos EUA, o terrorismo fascista matar anualmente mais pessoas que o terrorismo islâmico, um atentado só é considerado terrorista quando o perpetrador é muçulmano. Não sendo possível confirmar a religião, classifica-se o responsável de louco, simples homicida ou, como neste caso, mau condutor. Trump foi mais longe e condenou a «violência de todos os lados», colocando em pé de igualdade a turba nazi que assassinou três pessoas e as suas vítimas.

Mas o que aconteceu ontem na Virgínia não foi o epifenómeno raro e inconcebível de que se está a falar, como se se tratasse do rebentamento de uma bomba confederada por detonar. É assim todos os anos, e todos os anos é cada vez pior, porque se insiste em não ver o fascismo como aquilo que ele é: não um produto directo do «ódio», da «ignorância» ou da «loucura», mas um recurso extremo e calculado de capitalistas assustados. (Abril)

«Capital fictício, cidade fictícia»

[De Filipe Diniz] A actual crise geral do capitalismo tem como uma das suas componentes o colapso de diversas bolhas imobiliárias e da engrenagem do crédito hipotecário a elas associado. O capital financeiro encontrara nesse sistema formas de exponenciar lucros a taxas muito superiores às possíveis na economia real. Economia especulativa, espaço privilegiado de circulação de capital fictício, converte os lugares materiais em que toca a habitação e a cidade em simulacros igualmente à beira do colapso. (avante.pt via odiario.info)

«Fidel nosso e de todos / Fidel nuestro y de todos»

Fidel Castro Ruz: Líder histórico da Revolução Cubana. Nasceu em Birán (Holguín, Cuba) a 13 de Agosto de 1926 e morreu em Havana a 25 de Novembro de 2016. Escreveu inúmeros artigos, reflexões e livros sobre a situação mundial, a história de Cuba e a sua actualidade.

Homenagem a Fidel CastroVer textos e imagens: CubaDebate

domingo, 13 de agosto de 2017

«Protagonistas» da Revolução de Outubro [K17]

Sobre a secção «Protagonistas»: Entre las tareas de K17 está el difundir conocimiento en torno a la Revolución, y por ello hemos comenzado esta sección, para que las y los lectores de esta web conozcan a los personajes más conocidos que tomaron parte, a favor, en contra o entre ambas posiciones, en la Revolución de 1917. / Mais info: k17.eus (euskaraz hemen)

Uma protagonista: «Galina Flakserman» (cas. / eus.)

O QUE É A K17?
A K17 é uma comissão surgida no País Basco Sul para celebrar o centenário da Revolução Socialista de 1917 (mais info aqui e aqui)

«Ni Allende ni Pinochet: hacia un nuevo paroxismo de la indecencia política»

[De Manuel Navarrete] Hay momentos en los que toca ponerse (políticamente) antipáticos y denunciar algunas verdades, pese a quien pese en el seno de «la izquierda» española. Durante años, ellos nos dijeron que Venezuela era «el modelo» porque había allí un parlamento pluripartidista con representación de la oligarquía. Nosotros, que para nada consideramos tal esquema de organización estatal «el modelo» ni ninguna verdadera «democracia» (lo reconocemos: venimos de tradiciones desacomplejadamente pro-cubanas); nosotros, que, de hecho, no hemos sido nunca apologetas de la demo(banco)cracia occidental burguesa, hemos defendido a Venezuela en todo momento y, por supuesto, lo seguimos haciendo. Así: sin ambigüedades, y cada día más.

Pues bien, resulta que quienes producían todo tipo de teorizaciones más o menos espurias para ensalzar esquemas como el «Socialismo del siglo XXI» ahora vacilan y juegan a la equidistancia, adoptando una posición que hace muy poco tiempo nadie habría aceptado y que ahora (como la rana que ha sido calentada a fuego lento y, por ello, nunca ha llegado a saltar) muchos han naturalizado. (lahaine.org)

«Exército sírio abre caminho para Deir ez-Zor»

Poucas horas depois de o Ministério sírio da Defesa ter anunciado a libertação total de Al-Sukhnah, na província de Homs, o Exército Árabe Sírio (EAS) retomou as operações no terreno a leste dessa localidade, conquistando vários montes ao Daesh que ladeiam estrada que segue para Deir ez-Zor.

Para além deste avanço em direcção a leste, forças paramilitares irano-afegãs aliadas do EAS limparam vários quilómetros de território a norte de Al-Sukhnah.

Para o Ministério russo da Defesa, a libertação da última grande terra em poder do Daesh na província de Homs, localizada a cerca de 50 km da fronteira com a província de Deir ez-Zor, «abre novas possibilidades» às tropas do governo sírio no que respeita ao avanço para Deir ez-Zor e à libertação desta cidade.

A província de Deir ez-Zor é o único território do país árabe onde o Daesh mantém uma presença significativa, e uma parte da sua capital encontra-se cercada e separada das áreas sob controlo das forças governamentais desde a ofensiva dos terroristas sobre Palmira, em Maio de 2015. (Abril)

2017: Moncho Reboiras presente!

Como cada ano desde a súa fundación, o Movemento Galego ao Socialismo celebrou este 12 de agosto, 42º cabodano do asasinato de Moncho Reboiras pola policía española, unha homenaxe a Moncho Reboiras, militante exemplar da causa da liberación nacional e social de Galiza. Fíxoo, máis unha vez, misturando o necesario exercicio da reivindicación cunha dose de celebración da memoria e confraternización entre os máis dun cento de asistentes, moitos deles veciños e veciñas de Moncho Reboiras e da súa familia e tamén xente procedente doutras comarcas do país que quixeron participar nunha xornada que medra ano a ano.
[...]
Este ano, como os anteriores, a homenaxe a Moncho Reboiras en Imo foi precedida dunha intensa campaña de axitación con centro na figura de Reboiras e que, como o ano pasado, baixo o lema «Moncho Reboiras Vive!», cubriu a maior parte do país e, en particular, as comarcas do Barbanza e Compostela. / Ler crónica na íntegra aqui

sábado, 12 de agosto de 2017

«Decimos no al turismo neoliberal y exigimos respeto y derechos laborales para todos y todas»

[De LAB sindikatua] Durante los últimos días, instituciones públicas y patronal del turismo han arremetido contra la organización juvenil Ernai y han cerrado filas en torno al modelo de turismo neoliberal que ambos están potenciando. Con un discurso demagógico en defensa del turismo como actividad económica creadora de riqueza, tanto las instituciones como la patronal han obviado y ninguneado a una parte fundamental de dicha actividad económica: los y las trabajadoras.

En opinión de LAB, el debate no consiste en «turismo sí o turismo no» sino en qué modelo de turismo hay que promover en nuestro país. (LAB)

«¿Por qué molestan tanto las acciones contra las consecuencias del turismo capitalista?»

[De Borroka Garaia] Si se le pregunta a la clase trabajadora que beneficio económico le trae el turismo no encontrará argumentos, pues al no disponer de los medios de producción ni ejercer especulación, no es que no pueda encontrar argumentos positivos a un nivel económico sino que se apilan los negativos. El turismo capitalista trae riqueza, pero para la clase burguesa. La clase trabajadora y su juventud es la usada para exprimir el beneficio económico del turismo para beneficio de una clase propietaria que no le importarán los barrios y los pueblos.

El problema en realidad no es simplemente el modelo de turismo en sí, ya que ningún modelo de turismo por sí solo puede revertir esa espiral mientras no sea el propio sistema en su globalidad el que sea cambiado. Existe tal asociación entre cualquier aspecto económico que mientras exista capitalismo, todo modelo de turismo, y de industria , y de cualquier otro aspecto económico está sentenciado a ser explotador y a traer consecuencias negativas para la clase trabajadora porque precisamente, «el ser clase trabajadora» supone el mantenimiento de la explotación. (BorrokaGaraiaDa)

«La Constituyente enfrió la calle. ¿Qué va a pasar con quienes la calentaron?»

[De Eder Peña] Decir «se enfrió la calle» es echar el cuento incompleto. La contundente votación, inobjetable y simbólica para estos tiempos, ha enfriado a la MUD y su pretensión primaria: la guerra civil aliñada con intervención imperial para «pacificar».

Se trata de llegar al origen de la violencia que produjo esas muertes, un funcionario de seguridad, un guarimbero o un francotirador involucrados en delitos durante la escalada violenta reciente coinciden en el hecho de que fueron puestos allí por el llamado de ciertos y determinados actores que renunciaron a hacer política, tipos para quienes la calle es sinónimo de violencia y odio. Tipos amparados por una funcionaria que omitió sus crímenes mientras se le rompía el hilo que unía sensatez y cordura. (Misión Verdad)

Battle of the Bogside / Batalha do Bogside (Derry, Irlanda)

12-14th August, 1969. The people of Free Derry fought and defended their community from Britain's Colonial RUC Police.«The Battle of the Bogside was a very large communal riot that took place during 12–14 August 1969 in Derry, Northern Ireland. The fighting was between residents of the Bogside area (organised under the Derry Citizens' Defence Association), and the Royal Ulster Constabulary (RUC) along with local unionists.»

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Manifestação a favor da amnistia nas regatas de Donostia

A manifestação, já tradicional por ocasião das estropadak donostiarras, terá lugar no dia 10 de Setembro.
O Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão informa que, no próximo dia 16, dará uma conferência sobre a mobilização. É às 19h00, na Praça Zuloaga. / Ver: amnistiAskatasuna [Presoak kalera, amnistia osoa!]

«Mais dois dirigentes sociais assassinados na Colômbia»

Antioquia é o segundo departamento onde mais assassinatos de dirigentes sociais foram registados nas zonas sob o controlo de estruturas paramilitares (dez). No mesmo período foram contabilizadas 111 agressões, nas quais se incluem ameaças, ataques físicos e assédios colectivos, indica o relatório. O principal agressor é o Esquadrão Móvel Antidistúrbios (ESMAD), seguido pelas chamadas Autodefensas Gaitanistas de Colombia, responsáveis por 29 e 25 casos de agressão, respectivamente.

Num documento que aborda questões como as estreitas ligações entre organizações estatais e o crime organizado ou a elevada impunidade para os crimes de assassinato de líderes sociais ocorridos no departamento, destaca-se ainda a conivência entre o paramilitarismo e as forças da ordem em diversos municípios de Antioquia – uma situação que tem vindo a ser denunciada pelas populações, sem que sejam tomadas medidas, acusa o relatório. (Abril)

«Mapa de la derrota de la derecha venezolana» (lahaine.org)
[De Marco Teruggi] A esta hora la derecha debía estar, según sus cálculos, en una posición de fuerza totalmente diferente. O sentada en el Palacio de Miraflores, o en el despliegue de un gobierno paralelo combinado con movilizaciones de masas y acciones violentas, incluidas militares. Se había planteado la apuesta a todo o nada / ahora o nunca, y hoy se encuentra en una disputa interna para ver cómo seguir, y no terminar peor que al iniciar la escalada de los cien días.

Pasó lo que les suele pasar: se equivocaron en sus análisis. Sobrestimaron la fuerza propia, subestimaron al chavismo, leyeron de manera errada el estado de ánimo de las masas, calcularon mal las coordenadas del campo de batalla.

«Un libro rojo para Lenin» [livro]

[Do Prólogo de Néstor Kohan] ...Creemos no equivocarnos al afirmar que el ensayo-collage-poema inconcluso Un libro rojo para Lenin, heredero de Mariátegui y del Che, dedicado a Fidel Castro y dirigido a las nuevas generaciones de militantes por el socialismo, constituye uno de los principales clásicos del marxismo latinoamericano. Debería estudiarse en todas nuestras escuelas de formación política.

Su lectura no puede ni debe ser pasiva. Sumergirse en sus poemas irónicos, en sus textos teóricos, en sus documentos políticos, implica hacer hablar a Roque y a los interlocutores que él eligió para, acompañando a Lenin, construir su obra abierta y polifónica.

Insertado en lo más rico y original del pensamiento rebelde latinoamericano, este texto constituye una invitación exquisita para dialogar en voz alta con Lenin y Roque Dalton, dos personalidades queridas y entrañables. Ese diálogo debe apuntar a aprender de los errores y aciertos del siglo XX y a pensar el significado del socialismo revolucionario del siglo XXI, nuestro próximo horizonte. / Para aceder ao livro e ao prólogo: lahaine.org

LBC - «Tudu pobri é um soldjah»

Rap consciente da Cova da Moura, Lisboa, Portugal.